sábado, 7 de maio de 2011

PAZ ÍNTIMA

Guarda sempre:
A confiança em Deus e em ti mesmo.
A consciência tranqüila.
O tempo ocupado no melhor a fazer.
A palavra construtiva.
A oração com trabalho.
A esperança em serviço.
A paciência operosa.
A opinião desapaixonada.
A benção da compreensão.
A participação no progresso de todos.
A atitude compassiva.
A verdade iluminada de amor.
O esquecimento do mal.
A fidelidade aos compromissos assumidos.
O perdão incondicional das ofensas.
O devotamento ao estudo.
O gesto de simpatia.
O sorriso de encorajamento.
O auxílio espontâneo ao próximo.
A simplicidade nos hábitos.
O espírito de renovação.
O culto da tolerância.
A coragem de olvidar-se para servir.
A perseverança no bem.
Conservemos semelhantes traços pessoais, na experiência do dia-a-dia, e adquiriremos a ciência da paz íntima com o privilégio de encontrar a felicidade pelo trabalho no clima do amor.
pelo Espírito André Luiz - psicografia de Francisco Cândido Xavier. do Livro: Astronautas do além.

ASSIM DE MOMENTO

Assim de momento, você, de fato:

Não pode esconder a moléstia renitente ou irreversível que lhe promove o aperfeiçoamento espiritual;

Não pode livrar-se do defeito físico inarredável;

Não dispõe de recursos para desconhecer o parente difícil;

Não consegue liberar-se dos conflitos íntimos com que haja renascido, atendendo-se a fins determinados;

Não liquidará, de vez, todas as dívidas que terá assumido diante dos outros;

Não se liberará da influência dos adversários gratuitos;

Não estará sem as ironias e incompreensões que se lhe espalhem na estrada;

Não viverá sem problemas educativos…

Mas você pode aceitar tudo isso e, da aceitação construtiva de todos os percalços que porventura lhe assinalem a existência, você pode partir para o esforço de trabalhar, melhorando a você mesmo a fim de render, tanto quanto possa, no bem de todos, de vez que, colaborar no bem de todos, é o caminho para a verdadeira felicidade.

pelo Espírito Albino Teixeira - Do Livro "Coragem", psicografia de Francisco C.Xavier.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

A MELODIA DO SILÊNCIO

Repara a melodia do silêncio nas criações divinas.

No Céu, tudo é harmonia sem ostentação de força.

O Sol brilhando sem ruído...

Os mundos em movimento sem desordem...

As constelações refulgindo sem ofuscar-nos...

E, na Terra, tudo assinala a música do silêncio, exaltando o amor infinito de Deus.

A semente germinando sem bulício...

A árvore ferida preparando sem revolta o fruto que te alimenta...

A água que hoje se oculta no coração da fonte, para dessedentar-te amanhã...

O metal que se deixa plasmar no fogo vivo, para ser-te mais útil.

O vaso que te obedece sem refutar-te as ordens...

Que palavras articuladas lhes definiriam a grandeza?

É por isso que o Senhor também nos socorre, através das circunstâncias que não falam, por intermédio do tempo, o sábio mudo.

Não quebres a melodia do silêncio, onde tua frase soaria em desacordo com a Lei de Amor que nos governa o caminho!

Admira cada estrela na luz que lhe é própria...

Aproveita cada ribeiro em seu nível...

Estende os braços a cada criatura dentro da verdade que lhe corresponda à compreensão...

Discute aprendendo, mas, porque desejes aprender, não precisas ferir.

Fala auxiliando, mas não te antecipes ao juízo superior, veiculando o verbo à maneira do azorrague inconsciente e impiedoso.

"Não saiba tua mão esquerda o que deu a direita" — disse-nos o Senhor.

Auxilia sem barulho onde passes.

Recorda a ilimitada paciência do Pai Celestial para com as nossas próprias faltas e ajudemos, sem alarde, ao companheiro da romagem terrestre.

Que, muitas vezes, apenas aguarda o socorro de nosso silêncio, a fim de elevar-se à comunhão com Deus.

pelo Espírito Meimei - Francisco Cândido Xavier. Da obra: Instruções Psicofônicas. Ditado Espíritos Diversos.

O DEVER ESQUECIDO

Certo rei muito poderoso, sendo obrigado a longa ausência, tomou de grande fortuna e entregou-a ao filho, confiando-lhe a incumbência de levantar grande casa, tão bela quanto possível.

Para isso, o tesouro que lhe deixava nas mãos era suficiente.

Acontece, porém, que o jovem, muito egoísta, arquitetou o plano de enganar o próprio pai, de modo a gozar todos os prazeres imediatos da vida.

E passou a comprar materiais inferiores.

Onde lhe cabia empregar metais raros, utilizava latão; nos lugares em que devia colocar o mármore precioso, punha madeira barata, e nos setores de serviço, em que a obra reclamava pedra sólida, aplicava terra batida ...

Com isso, obteve largas somas que consumiu, desorientado, junto de amigos loucos.

Quando o monarca voltou, surpreendeu o príncipe abatido e cansado, a apresentar-lhe uma cabana esburacada, ao invés de uma casa nobre.

O rei, no entanto, deu-lhe a chave do pequeno casebre e disse-lhe, bondoso:

- A casa que mandei edificar é para você mesmo, meu filho ... Não me parece a residência sonhada por seu pai, mas devo estar satisfeito com a que você próprio escolheu ..

Após ligeira pausa, Veloso advertiu:

- O conto impele-nos a judiciosas apreciações, quanto ao cumprimento exato de nossos deveres.

Comparemos o soberano a Deus, nosso Pai.

O príncipe da história poderia ter sido qualquer um de nós.

A fortuna para construirmos a moradia de nossa alma é a vida que Deus nos empresta.

Quase sempre, contudo, gastamos o tesouro da existência em caprichosa ilusão, para acabarmos relegados, por nossa própria culpa, aos pardieiros apodrecidos do sofrimento.

Mas, aqueles que se consagram à bênção do dever, por mais áspero que seja, adquirem a tranqüilidade e a alegria que o Supremo Senhor lhes reserva, por executarem, fiéis, a sua divina vontade, que planeja sempre o melhor a nosso favor.

pelo Espírito Meimei - do livro ANTOLOGIA DA CRIANÇA - Francisco Cândido Xavier - Autores Diversos.

SE VOCÊ PUDER

Se você puder, hoje ainda:

  • olvide contratempos e mostre um sorriso mais amplo para aqueles que lhe compartilham a vida;
  • dê mais um toque de felicidade e beleza em seu recanto doméstico;
  • faça a visita, mesmo ligeira, ao doente que você deseja reconfortar;
  • escreva, ainda que seja um simples bilhete, transmitindo esperança e tranqüilidade, em favor de alguém;
  • melhore os seus conhecimentos, no setor de trabalho a que esteja empregado o seu tempo;
  • estenda algo mais de otimismo e de alegria aos que se encontrem nas suas faixas de convivência;
  • procure esquecer - mas esquecer mesmo - tudo o que se lhe faça motivo de tristeza ou aborrecimento;
  • leia alguma página edificante e escute música que pacifique o coração;
  • dedique alguns minutos à meditação e à prece;
  • pratique, pelo menos, uma boa ação sem contar isso a ninguém.

Estas indicações de apoio espiritual, se forem observadas, farão grande bem aos outros, mas especialmente a você mesmo.

Autor: André Luiz (espírito)
Psicografia de Chico Xavier


ENFERMEIRA MUITO ALÉM DO DEVER

Conta A. J. Cronin, em sua obra, Pelos caminhos da minha vida, o exemplo de Olwen Davies, uma enfermeira que, aos 25 anos, recém-saída do seu curso prático de hospital, foi nomeada para o cargo de enfermeira visitante.

Apesar da recepção gélida que teve no lugarejo para onde foi mandada, ela se entregou entusiasticamente ao trabalho.

Com qualquer tempo, saía a pé visitando os doentes, subindo montes, e andando por caminhos desertos.

O médico da localidade era um mau profissional e tantos foram os desencorajamentos, que Olwen teve que lutar para vencer a tentação de demitir-se.

Quando uma violenta epidemia de febre tifóide atacou a pequena cidade, ela foi até o responsável pela saúde pública, a fim de receber instruções para combater a epidemia.

Irritado, ele a despachou, dizendo que o surto não era novidade. Os doentes seriam tratados e pronto. Era o que bastava.

A enfermeira colheu amostras da água de diversos poços artesianos, onde a população se abastecia, e encaminhou para análise laboratorial.

48 horas depois, um telegrama oficial dava contas de que o tifo tinha origem num determinado poço que abastecia a parte baixa da cidade.

O Centro de Saúde interditou o poço e a enfermeira sofreu protestos de toda ordem, por ter exorbitado dos seus deveres, metendo-se onde não devia.

No entanto, não apareceram mais casos de tifo e a epidemia foi cortada em tempo recorde. A opinião pública mudou e o povo lhe abriu as portas.

Uma comissão de moradores, ao final do ano, a presenteou com uma bicicleta. Agora, ela chegava mais rápido aos doentes mais carentes.

Por iniciativa própria, inaugurou uma Clínica para crianças e velhos, em um quarto alugado e pago com o seu dinheiro.

Quando lhe diziam que ela deveria estar ocupando cargos de diretoria em importantes hospitais, como algumas das moças que haviam se formado na mesma turma, ela respondia:

O meu lugar é este, onde me encontro. Prefiro trabalhar no anonimato, tratando de crianças e velhos carentes.

Certo dia, ela saiu em sua bicicleta para atender um chamado.

Em um trecho da estrada, foi de encontro a uma pilastra que havia caído atravessada. Olwen Davies ficou ali, toda a noite, sob o vento e a chuva.

Encontrada pela manhã, foi levada para o hospital de uma cidade maior. Ela havia fraturado a coluna vertebral.

Uma série de operações longas e complicadas, massagens e eletroterapia resultaram em nada. Nunca mais ela poderia andar.

A corajosa enfermeira não se abateu. Anos mais tarde, numa cadeira de rodas, o cabelo embranquecido, mais magra, as pernas cobertas por uma manta, mas ainda de uniforme, estava ela firme no trabalho a benefício do próximo.

Cercada pelos seus doentes, na maioria crianças, ela impelia com as mãos práticas as rodas da sua cadeira.

Quando as pessoas lhe perguntavam como se sentia, ela sorria, traduzindo alegria e bem-estar, e dizia:

Não está vendo? Estou ótima! Voltei ao trabalho e ainda sobre um par de rodas.

Recorda sempre da nobre aplicação dos valores de que dispões: a visão, a palavra, a audição, movimento, lucidez e tantos outros, distribuindo bênçãos entre os que conduzem um fardo mais pesado que o teu.

E lembra que O homem que cumpre o seu dever ama a Deus mais do que as criaturas e ama as criaturas mais do que a si mesmo.

Redação do Momento Espírita, a partir do artigo O dever e o altruísmo, de autoria de José Ferraz, inserido na revista Presença Espírita, nº 229, ed. Leal e do item 7, cap. XVII de O evangelho segundo o espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb.
Fonte: www.momento.com.br

LAR, BERÇO DA EDUCAÇÃO

Patrick Bissel era um dos cinco filhos de Patrícia e Donald Bissel, um ambicioso casal que até o filho ter 12 anos já haviam se mudado seis vezes de casa.

Segundo a mãe, aos sete meses ele não andava. Corria. Aos 10 anos, convidado pela irmã que precisava de um par, teve seu primeiro contato com a dança.

E seu destino foi a dança. Aos 21 anos, em 1978, era o primeiro bailarino do American Ballet Theatre.

Raramente um rapaz tão jovem conseguiu deixar tanta gente deslumbrada. O bailarino russo Mikhail Baryshnikow o classificou como um dos maiores talentos de todo o Mundo.

E Patrick era um rapaz de 1 metro e 88 de altura, rijo, com gosto por motos e botas de cowboy.

Musculoso, era capaz de rodopiar no ar as bailarinas e fazê-las parecer tão graciosas como borboletas.

Contudo, com toda a fama, sendo aplaudido pelas multidões e cortejado pelas colegas de trabalho, Patrick parecia carregar uma tormenta íntima que cedo o levou ao uso de álcool e outras drogas.

Sua força e sua aptidão eram tão grandes que ele conseguiu desempenhar o seu papel de bailarino, sem que seu empresário se desse conta do que lhe acontecia.

Ao menos, assim foi no princípio.

Mas ele desenvolveu uma paranóia e vivia em constante alerta. Acreditava-se perseguido por intrusos imaginários, tendo à disposição em seu apartamento gás lacrimogêneo e asfixiante para os rechaçar.

Começou a ficar fora de controle. Com 3 anos de carreira apenas, ele passou a faltar a ensaios e por isso foi demitido, depois readmitido.

Passou por tratamentos, dizia estar sob controle. Queria pôr sua vida em ordem.

No dia 23 de dezembro de 1987, ele telefonou para sua mãe e com ela teve uma longa conversa.

Explicou que o fato de passar o Natal sozinho era uma oportunidade de provar que ele era suficientemente forte para viver sem drogas.

Quatro dias depois do Natal, seu corpo foi encontrado no apartamento, estendido no sofá. Ele acabara de fazer 30 anos e morrera por uma superdose de drogas variadas.

A mãe de Patrick, comentando a tragédia que a abalou, afirmou:

Apressamo-nos a arranjar os mais diversos responsáveis para este tipo de tragédias - a pressão social, as profissões desgastantes, os passadores de droga. Tudo, exceto nós próprios.

Mas a maioria destes problemas começa em casa, com a educação dos filhos.

Como se observa, a educação é a chave do progresso moral.

É por este motivo que os Espíritos nos alertam que quando se conhecer a arte de manejar os caracteres como se conhece a de manejar as inteligências, se poderá endireitar os pequenos, da mesma maneira como se endireitam as plantas novas.

Essa arte, porém, requer muito tato, muita experiência e uma profunda observação. Isto tudo requer tempo e dedicação.

A verdadeira educação não é aquela que tem por objetivo fazer homens instruídos, mas a que tende a fazer homens de bem.

A criança, desde a tenra idade, revela as suas tendências, virtudes e paixões e cabe aos pais examiná-las, anotá-las e trabalhá-las.

A paternidade e a maternidade são uma missão e ao mesmo tempo um dever muito grande que implica, muito mais do que pensa o homem, em responsabilidade.

Redação do Momento Espírita, como base nos comentários às perguntas 582 e 917 de O livro dos espíritos, de Allan Kardec, ed. Feb, e no artigo Eles desafiaram a cocaína... e perderam, de autoria de Henry Hurt, publicada por Seleções do Reader’s Digest, set. 1988.
fonte: www.momento.com.br

quinta-feira, 5 de maio de 2011

VANTAGENS DO TRABALHO VOLUNTÁRIO

Primeira vantagem do trabalho voluntário: propicia-nos um sentido para a vida

A afirmação “só merece a felicidade quem acorda todos os dias disposto a conquistá-la” retrata com fidelidade que a felicidade não cai do céu. A felicidade é uma conquista. E, como qualquer conquista, depende do nosso esforço. Mas, para o nosso próprio bem, esse prazeroso esforço de servir ao próximo é uma das mais benditas ferramentas para ajudar a visualizarmos, com clareza, um sentido para a vida.

Segunda vantagem do trabalho voluntário: torna-nos mais produtivos em nossa atividade profissional

Peter Drucker, certamente o maior consultor do século, há décadas já dizia que o funcionário que presta serviços voluntários, por ser solidário à dor do próximo, é mais produtivo.

Reportagem da revista “Exame” de 18 de junho de 1999 traz o seguinte depoimento: “Eu parei de reclamar, me tornei mais otimista e melhorei meu índice de satisfação” - comentário de Leolino Clementino Barbosa Júnior, controlador de manufatura da 3M, após um ano de trabalho voluntário na FEAC (Fundação das Entidades Assistenciais de Campinas).

Conforme o depoimento acima, a pessoa que se aproxima do sofrimento do próximo vê seus problemas pessoais, numa outra dimensão, torna-se mais resignada, menos ansiosa. Como conseqüência, reclamará menos, saberá entender melhor os outros e aprenderá a ouvir mais, atributos estes que, além de tornarem uma pessoa mais realizada, transformam-na num funcionário mais produtivo.

Terceira vantagem do trabalho voluntário: passamos a ter mais saúde

É a Universidade de Harvard que nos passa essa informação.

Depois de dez anos de coletas e análises de dados, uma pesquisa realizada pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, com 2.700 pessoas, chegou às seguintes conclusões:

1.    ajudar o próximo faz bem ao coração;

2.    ajudar o próximo faz bem ao sistema imunológico (análises clínicas evidenciaram que, no sangue do trabalhador voluntário, há um aumento de imunoglobulina-A, um anticorpo que ajuda a defender o organismo contra infecções respiratórias);

3.    ajudar o próximo aumenta a expectativa de vida e a vitalidade de maneira geral.

Enfim, ajudar o próximo traz benefícios para a saúde.

Alkíndar de Oliveira - do livro: O Trabalho Voluntário na Casa Espírita.

O AMOR FRATERNO E A FELICIDADE

O AMOR FRATERNO

O amor traz a paz. O amor não basta apenas ser de um homem para uma mulher e vice-e-versa, todo amor que sentis por teu filho, amigo, familiares, companheiro ou seu próximo traz a paz ao teu coração. O amor e a fé curam todas as dores, feridas, insegurança e medo.

O coração que ama é mais alegre e feliz. Fortifica-se e nada lhe atinge. Pode até sofrer em alguns momentos, mas não se martiriza.

O amor é tão belo quanto o Sol ou iluminado como a Lua, mas só o amor alegra seu coração. Amar é viver.

Ame a sua família, amigos, companheiros, colegas, a natureza, a beleza do mar, do Sol, a doçura de uma criança, a sinceridade de um olhar, ou a beleza singela de um sorriso.

Amar também é divino.

A FELICIDADE

A felicidade irradia à alma, estar ou ser feliz pode ser momentâneo ou frequente, basta você querer.

Acordar e olhar o Sol sem esquecer sua beleza e sábia iluminação pode trazer-lhe felicidade.

Aprender novas teorias, saber observar a vida, admirando a sua mais sincera simplicidade, também podem te trazer felicidade.

Você escolhe como quer ser feliz ou o que lhe faz mais feliz, mas não deixe de escolher “Quero Ser Feliz Para Sempre”, pois é isso que alegra a alma.

Ser feliz é tocar as estrelas sem sair do chão, é olhar o túnel como se fosse um infinito, olhar uma flor como se fosse um jardim e ver em uma única árvore como se fosse uma grandiosa floresta.

Ser Feliz só depende de você, então seja feliz não só uma vez, mas infinitamente e sempre!

Escrito por JÉSSICA S.CAVALCANTE
Do Blog Espiritualidade e Mensagem

quarta-feira, 4 de maio de 2011

PROVAÇÕES

Indaga você das razões que induzem o Divino Poder a conservar uma pobre jovem, vestida de chagas, num catre humilde, relegada à assistência pública. E acrescenta: "Por que motivo expor uma infeliz menina a semelhante flagelação? Não haverá misericórdia para os seres que se arrastam na pobreza, quando há tantos sinais de socorro celeste, na casa dos felizes, quinhoados pelo conhecimento superior e pela mesa farta?"

Não fora a reencarnação, chave do crescimento espiritual e do soerguimento redentor para todas as esferas da vida terrestre, e as suas perguntas seriam realmente irrespondíveis.

Entretanto, meu amigo, a existência humana, em seus fundamentos, obedece aos comezinhos princípios de lógica e harmonia que prevalecem na sementeira vulgar. Enquanto não cultivarmos a gleba planetária, em toda a sua extensão, seremos defrontados pela terra desventurada, aqui ou ali, povoada de serpentes traiçoeiras ou vitimada por imensas feridas de erosão. Se não plantamos com acerto, não colheremos irrepreensivelmente, e, se nos despreocupamos da vegetação daninha ou inútil, viveremos incomodados pelos cipoais e pelos espinheiros de toda sorte.

Espanta-se você, ante a dor, mas não se reporta aos débitos contraídos. Vê a cinza e não recorda o incêndio que a produziu.

Em matéria de compromissos não resgatados e de sofrimentos que os seguem, somos surpreendidos pelos remanescentes de nossos velhos delitos, à maneira do crente em desespero, constrangido a recolher os pedaços dos próprios ídolos, que o tempo esfacelou em sua marcha invariável.

É a Lei que se cumpre, harmoniosa e calma. E não me diga que há desequilíbrios nos processos em que funciona, porque, na atualidade do mundo, temos a considerar a questão da "massa" e o problema do "resíduo".

A evolução garante novos panoramas ao direito, mas ainda explodem guerras pela hegemonia da força; a ciência resolveu os enigmas da alimentação, entretanto, ainda há quem morre de fome pelas úlceras do duodeno; a liberdade triunfou sobre a escravidão, contudo, ainda existem milhões de encarcerados na superfície da Terra, e, se é indubitável que o duelo e o envenenamento fugiram dos costumes tribais nos povos mais cultos, as mortes violentas e deploráveis continuam, aos milhares por ano, na própria engrenagem da maquinaria do progresso.

Tenho reencontrado amigos de outras eras que, endividados perante os tribunais da justiça Divina pelas fogueiras que atearam no passado às vítimas do seu desafeto, padecem hoje o "fogo selvagem" na intimidade da organização fisiológica, em que retornaram à experiência física, porque a vanguarda moral do mundo não mais tolera a perseguição religiosa ou a desvairada tirania política, e tenho desfrutado a reaproximação com inolvidáveis companheiros do pretérito que, habituados a dilacerar a carne dos adversários, pelo simples prazer de ferir, contemplam, agora, a ruína do próprio corpo, nas aflitivas amarguras de leprosários e sanatórios.

A fogueira que extingue a dívida chama-se hoje "pênfigo foliáceo", e o golpe de ontem, sangrando os que sangraram, é conhecido por "bacilo de Hansen".

No fundo, porém, meu amigo, tudo é reajuste benéfico.

Imagine a vida na Terra como sendo um manancial imenso, de cujos bordos se derramam correntes cristalinas em todas as direções: é a "massa" progredindo, valorosa, na direção de sublimes horizontes.

E pensemos em nós, indivíduos arraigados ainda ao mal, como sendo o lodo das margens ou a lama do fundo: é o "resíduo" estacionário, sofrendo a necessidade de grandes transformações.

Semelhante quadro fornece pálida notícia da verdade.

Assim sendo, que Deus nos fortaleça e abençoe no caminho da purificação.

do Livro Cartas e Crônicas - pelo Espírito Irmão X - Psicografia Francisco C. Xavier.

ESCALADA

A pedra perguntou ao martelo que a espancava: - Por que me quebras assim? O martelo não respondeu, contudo, em breve tempo, o bloco burilado se fez destaque na base de formoso edifício.

O minério indagou do forno superaquecido que o transmutava: - Dize a razão pela qual me enlouqueces de sofrimento? O forno silenciou, no entanto, depois de alguns dias, apareceu na condição de aço em alto preço.

O tronco argumentou com a lâmina que o serrava: - Por que me atormentas? A lâmina permaneceu muda, mas, após algumas semanas, o tronco dividido em folhas diversas, era a estrutura principal de um barco importante.

O barro interrogou ao molde que o constringia: - Por que me oprimes tanto? O molde não formulou resposta alguma, entretanto, além de algum tempo surgiu na loja por vaso raro.

O Homem igualmente, vezes sem conta, interpela Deus: - Senhor, porque me martirizas e me afliges? Deus, porém, não responde.

Acontece que o espírito humano dispõe de livre arbítrio para aceitar ou não a dor que o aperfeiçoa.

Enquanto recalcitra contra as leis do progresso e do aprimoramento próprio, sofre e deblatera, indefinidamente; no entanto, quando se decide a obedecer aos princípios que lhe controlam a escalada para a Grandeza Suprema do Universo, chega sempre o dia no qual vem, a saber, os prodígios de sabedoria e amor, luz e beleza em que Deus o transformará.

Não passes indiferente, diante da dor.

Onde encontres qualquer fagulha de discórdia, auxilia a Extingui-la nas fontes de paciência e da tolerância.

pelo Espírito Meimei - Fonte: Livro Palavras Do Coração – Psicografia: Francisco Cândido Xavier.

PRECIOSIDADE DO CORPO

Na manhã clara, subimos a rua em direção ao trabalho. Novamente, ao chegarmos frente à casa em plena reforma, paramos.

Desde algumas semanas, quando os trabalhos começaram a dar uma nova forma à moradia, passamos a admirar o esmero em cada detalhe.

A cada dia, a casa se tornava mais bonita, ampla, semelhando espetacular mansão, enchendo os olhos de quem passa.

Há beleza no conjunto e nas particularidades, desde as lajes da entrada aos canteiros do jardim. Do telhado novo, pintado, aos contornos das janelas ovais.

Enquanto a admirávamos outra vez, intimamente pensando no bom gosto dos seus proprietários, o dono da casa chegou ao portão e, vendo-nos embevecidos na contemplação, entabulou conosco animada conversação.

Falamos de nossa admiração pelo conjunto arquitetônico e ele passou a dizer do tanto ainda por fazer e por gastar, não deixando de mencionar o quanto já despendera na obra.

Foi então que, olhando detidamente nosso interlocutor nossa admiração atingiu o auge.

O homem apresentava-se com a barba de dias por fazer, os cabelos em desalinho e na boca, raros e esparsos dentes estragados.

Enquanto ele não cessava de falar a respeito dos projetos a executar em sua moradia, uma idéia nos acudiu.

O homem estava muito preocupado com a casa que lhe abrigava o corpo. Contudo, esquecia-se de cuidar do corpo que lhe abrigava a alma imortal.

Quanto descuido! E logo com o sagrado instrumento do Espírito que é o corpo.

Quantos de nós assim procedemos? Gastamos muito em jóias, perfumes, carros, viagens, lazer, aparelhos sofisticados que nos atendam aos sentidos e descuramos de atender o corpo.

Quantos nos recordamos de buscar o médico periodicamente, consultar o dentista, submetermo-nos a exames clínicos e laboratoriais regularmente?

A grande maioria de nós somente comparece aos consultórios médicos e odontológicos quando a enfermidade já se apresenta em adiantado estágio.

No entanto, desatender às necessidades do corpo é desatender a lei de Deus.

Instrumento que nos é concedido por empréstimo, o teremos de devolver, com as contas do quanto dele nos servimos e como o tratamos.

Se perecer antes, por descuido nosso, teremos que dar contas, tal qual o servidor do instrumento que lhe é confiado para uma tarefa.

Repensar valores é sempre oportuno.

O corpo é concessão de Deus para o Espírito aprender e agir, valorizando os recursos disponíveis.

O corpo é veículo com que a Divindade honra o ser imortal, facultando-lhe a ascensão aos planos celestes.

Cuidá-lo, atendê-lo em suas necessidades é dever da alma agradecida pela oportunidade recebida.

Redação do Momento Espírita, com frases finais colhidas no verbete Corpo, do livro Repositório de sabedoria - v. 1, pelo espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.

CONTINUEMOS SERVINDO

“Porque é a esses, que não recuam diante de sua tarefa, que vai confiar os postos mais difíceis, na grande obra de regeneração pelo Espiritismo”. “O Evangelho Segundo o Espiritismo”- Espírito de Verdade – Paris 1.862.

Carta do espírito Meimei no trigésimo aniversário de seu marido Arnaldo Rocha. Meimei foi em vida Irma Castro. Casou-se com Arnaldo aos 22 anos vindo a falecer 2 anos após. Desde então passou a se corresponder com seu marido através de cartas psicografadas pelo médium Chico Xavier. Irma assinava as cartas como Meimei, um apelido intimo do casal. Meimei é uma expressão chinesa que significa "amor puro". Mesmo vivendo em planos diferentes, Meimei e Arnaldo (Naldinho), viveram e vivem uma linda história de amor, coragem, abnegação e fé, mostrando que o verdadeiro amor é o que une dois seres espiritualmente, não apenas a matéria.


“Meu querido Naldinho,

Jesus nos ampare sempre no grande caminho da redenção.

Começo minha carta reportando-me ao seu aniversário.

Mais uma rosa brilhante nas primaveras de sua e nossa marcha. Não venho senão afirmar ao seu carinho o meu grande e afetuoso abraço, porque em verdade passei o 29 de agosto ao seu lado, misturando as minhas preces com as suas e rogando ao Senhor pela nossa felicidade.

Quanta mudança em dez anos, meu querido Miko! Sinto que ambos renascemos. De vez que, psiquicamente, somos quase irreconhecíveis.

Graças a Deus, nós dois descobrimos que a luz do amor fulgura além da morte e que a união espiritual supera o tempo – qual é contudo o tempo na terra -, mas na realidade, a separação compulsória nos transformou toda a paisagem de luta, tentando encontrar você. Surpreendi-me à frente da Humanidade, compreendendo que somente aceitando-a por família maior conseguiria recursos de prosseguir trabalhando ao seu lado, e você, meu inesquecível Latino, em me buscando encontrou a necessidade de construir um caminho para a nossa reintegração espiritual um no outro.

Só Deus sabe das aflições que nos povoaram o castelo de saudades nestes anos, de afastamento sob o ponto de vista material.

Assim me expresso com relação ao assunto porque você continuará sendo a estrela de minha caminhada, cavaleiro dos meus sonhos e invariavelmente herói de minhas esperanças. Por mais que se alonguem os dias, por mais se alterem os quadros evolutivos do círculo do trabalho em que vamos seguindo, imantados um ao outro, através das mesmas aspirações e dos mesmos ideais, observo que meu coração é sempre o mesmo junto do seu. Oro sobre a torre de seu espírito. Em sua companhia subo aos cimos do espaço, a fim de sonhar com o futuro, e desço ao solo para desatar pouco a pouco, as algemas que ainda nos retém à superfície da Terra.

Desnecessário será dizer que a minha felicidade é vê-lo contente e que as minhas preocupações apenas ressurgem se veladas de mágoas se ocultam em sua alma, que Deus me concedeu por abençoada moradia do meu encantamento e da minha fé.

Reconhecida a Jesus, sinto dilatar-se em mim o desejo de trabalhar, cada vez mais intensivamente, para que os nossos compromissos com o Alto sejam eficientemente desempenhados.

Seu entusiasmo é o termômetro de minha alegria. À medida que seu espírito se alastra no esforço, à maneira da árvore benfeitora, crescem no meu coração as flores da confiança.

Continue, amado Naldinho, no ritmo em que vamos avançando com segurança.

Em sua chegada vitoriosa aos trinta anos de nova etapa no plano físico, posso dizer a você que a maior felicidade que amealhamos no mundo é a das bênçãos que espalhamos com os outros.

Reconforto corpóreo, bens efêmeros, autoridade, recursos ilusórios, tudo é alguma coisa que um dia se confundirá fatalmente com as cinzas, mas o Amor Divino, em forma de serviço aos nossos semelhantes, é claridade que nãos e extingue.

Louvemos ao nosso Divino Benfeitor pelas oportunidades de aprimoramento que estamos recebendo.

Nossos trabalhos de intercâmbio com o plano dos desencarnados prosseguem triunfantes.

Na pauta de seu devotamento, as qualidades magnéticas positivas que enriquecem o seu verbo e as suas mãos desenvolver-se-ão com surpreendente poder para o êxito cada vez mais amplo em nossas tarefas.

Iluminemos o coração com a lâmpada acesa do amor, cada vez que a nossa palavra se dirija aos irmãos desencarnados, em turvação mental.

Lembremo-nos de que nos achamos à frente de enfermos, requisitando-nos compreensão e carinho.

Quem se atreveria, em nome da bondade, a cercar um náufrago desditoso com o manto da opressivo da curiosidade descaridosa, ao invés de oferecer-lhe pronto socorro?

Não lhe bastaria o tormento da agonia nas ondas escuras da morte?

Quem se dispõe ao amparo dos espíritos amargurados, em desânimo ou desespero, precisará erguer a própria alma à sublimidade do amor mais puro, a fim de ajudar com proveito.

Muitas vezes as objurgatórias e as reprimendas de grandes juízes não conseguem, junto dos irmãos transviados, um centímetro da renovação edificante suscetível de ser alcançada pelo estímulo carinhoso de uma simples frase paternal.

Todos nós possuímos desafetos do passado.

A Terra ainda não é a residência das almas quitadas com a Lei.

Todos somos devedores ou doentes em reajuste.

Por isso mesmo, em nos comunicando com os adversários ou companheiros do pretérito ou do presente, mergulhemos o entendimento na fonte cristalina da boa vontade com Jesus, para que as nossas palavras não soem debalde.

Só o amor atravessa as paredes compactas do cárcere em que a ignorância se agrilhoa à miséria, conduzindo aos antros sombrios de nossos velhos débitos a santificante claridade da libertação.

Sabemos hoje, Naldinho querido, que a nossa mente para evoluir sofre processos de transformação por vezes violentos e rudes, qual acontece à terra necessitada de carinho para produzir.

Nos círculos da natureza observamos o arado rasgando o solo e ferindo-o, e se a grande massa rochosa surge de improviso, impedindo o esforço do lavrador, notamos que a dinamite comparece, estilhaçando os obstáculos.

Assim também nossa inteligência não se modifica sem a dolorosa visitação da dificuldade e da dor.

A lâmina dos problemas inquietantes como que nos tortura, dia a dia, constrangendo-nos à compreensão mais justa da vida, e se o endurecimento espiritual e a nota de nossas reações ante a passagem da máquina purificadora do sofrimento, surgem os impactos diretos da aflição sobre a nossa experiência pessoal, desintegrando-nos antigas cristalizações no egoísmo e no orgulho.

Ofereçamos, assim, nosso coração ao Divino Lapidário que é Jesus.

Digne-se o Mestre fazer de nossa existência o que lhe aprouver.

Os golpes sublimes da Sua Vontade sobre os nossos desejos serão recursos de aperfeiçoamento da maior simplificação para o nossos grande futuro.

Se a dor procura, em forma de incompreensão do meio ou da máscara de tristes desilusões da Terra, abençoemo-la, acentuando a nossa fé viva em Nosso Senhor e continuaremos servindo ao próximo na medida de nossas possibilidades, porque a dor é realmente Divina Instrutora, capaz de elevar-nos da Terra para o Céu.

Nosso Grupo (1), para meu pobre coração, tem sido um jardim. De todas as nossas reuniões retiro-me sempre mais confiante, rociando as flores de nossa plantação com as lágrimas de minha imensa alegria.

Diversos amigos do nosso passado têm vindo, recebendo novas sugestões para o roteiro em que nos cabe voltar para Deus. E, juntos deles, outros irmãos de nossa grande e abençoada família humana vão entesourando conhecimentos novos. Você está registrando excelente aproveitamento às nossas opiniões no campo intuitivo e esperamos que as disponibilidades mediúnicas do nosso santuário cresçam, em breve, para maior rendimento de nossas tarefas habituais.

A sua alegria, depois do esforço de cada noite, é igualmente minha. O dever bem cumprido conduz-nos a consciência aos mais singulares e indefiníveis estados de felicidade.

O desdobramento dos serviços conversará conosco e a própria experiência ensinar-nos-á as lições de que venhamos a carecer para maior eficiência de nossos trabalhos em conjunto.

Você tem ajuntado verdadeiras fortunas de paciência no coração, mas, mediante as nossas novas responsabilidades, peço a você para duplicar as nossas aquisições de serenidade. Lembremo-nos de que estamos na condução, conduzindo por nossos Maiores, com a obrigação de conduzir vasta comunidade de irmãos.

A tarefa do doutrinador é muito semelhante à missão do professor que necessita sempre colocar cada aluno em lugar adequado, amparando-o com o melhor incentivo, sem jamais perturbar-lhe o vaso mental da receptividade.

Sinto, meu querido Miko, que as nossas responsabilidades se estendem, mas sem elas realmente a nossa felicidade não seria plena.

Pelos nossos, venho cooperando como é possível. Você sabe que a luz do sol, embora brilhe para nós todos, não penetrará num cofre que nosso capricho haja cerrado por todos os ângulos, e nós, em nosso séquito familiar, temos corações abençoados que se converteram em urnas fechadas, oferecendo os maiores obstáculos à nossa penetração.

Louvado seja Deus, porém esperamos que o tempo nos ajude a obter a chave imprescindível à libertação.

Tenho trabalhado por nossas irmãzinhas, sem jamais esquecer de nossa Ruth. Vistas daqui, as dores e lutas humanas são como os desafios à nossa amizade, mas a fé nova equilibra-nos o espírito na balança da compreensão e vamos reconhecendo gradualmente que todos nós somos viajores na escada da vida. Que o Senhor nos auxilie a escalar os degraus de nossa necessária ascensão.

Tenho orado por Georgette e Stella, devotadas amigas. Peço a Jesus lhes conceda a realização das esperanças mais altas com que comparecem na Espiritualidade, tocadas pelos problemas e pelas preocupações da luta material.

Nosso caderno chega ao fim.

Aproveito as linhas últimas para desejar a você todas as alegrias que a vida possa nos proporcionar.

Continuemos, Naldinho, para a frente, materializando, quanto nos seja possível, os princípios redentores que abraçamos.

O Senhor abençoar-no-á.

Nossa querida Nina (2) , está presente e deixa-lhe um grande abraço e, com essa lembrança, receba todo o amor e toda a ternura, com todo o coração de sua, sempre sua,

Meimei”


Psicografado pelo Médium Francisco Cândido Xavier no dia 06/09/1952



(1) “Nosso Grupo”: Referência ao Grupo Meimei, em Pedro Leopoldo, fundado em 31.07.52, dedicado exclusivamente ao intercâmbio e enfermagem espiritual nos dolorosos dramas de reajuste-obsessões.

(2) “Nossa Nina”: a boníssima benfeitora espiritual Nina Arueira. Desencarnada em Campos, RJ, em 1935, aos 19 anos. Era jornalista e escritora. Fundadora espiritual da Escola Jesus Cristo – Instituto Espírita de Cultura e Caridade -, fora noiva do querido amigp Clóvis Tavares.
Nota da Editora:
“Quanta mudança em dez anos...” – mensagem de 1952. Eles se haviam consorciado em 1942 (10/06), portanto aproximadamente havia 10 anos e 3 meses.
“Passei o 29 de agosto ao seu lado...” – data do aniversário
“...trinta anos de uma nova etapa no plano físico” – Arnaldo fazia 30 anos de idade
- Nina Arueira nasceu em Campos a 07/01/1916 e desencarnou em 18/03/1935 e a Escola Jesus Cristo foi fundada sob sua inspiração já em 27/10/1935, depois da primeira visita de Clóvis a Pedro Leopoldo.