Mostrando postagens com marcador Maria Madalena. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Maria Madalena. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 25 de abril de 2019

Moacir Sader: MARIA MADALENA CONTA SUA HISTÓRIA COM JESUS

Maria Madalena conta sua história com Jesus
Artigo de Moacir Sader

A história a seguir, um presente que eu recebi, obtida via canalização, foi contada pela própria Maria Madalena. Em verdade, um presente para todos, neste tempo em que muitas mensagens começam a brotar de várias fontes, tudo com a finalidade do grande salto quântico – muito próximo - da Terra e das Pessoas. Eis o que ela falou sobre a sua ligação com Jesus, naquele momento histórico para a humanidade:


“Naquele dia eu acordei bem-disposta. Todos os dias minha irmã mais velha tinha a incumbência de buscar o leite. Como me sentia bem, ofereci-me à minha mãe para buscar o leite. Com a sua concordância, eu fui. Estando no caminho, passei por um local onde um carpinteiro e seu filho, um rapaz bonito e sorridente, talhavam cadeiras. Quando o vi pela primeira vez, o meu coração disparou e acho que, também, o dele, dada a reação instantânea que teve. Parou tudo que estava fazendo para me olhar. Fiquei perturbada com o seu olhar e, ao mesmo tempo, gostei.

Minha mãe, então, incumbiu-me de, regularmente, ir buscar o leite. Eu sempre ficava constrangida, porque aquele rapaz ficava olhando para mim todas as vezes que eu passava por lá. Mais tarde, descobri que ele era amigo de meu irmão mais velho. Eles davam-se tão bem que eram como dois irmãos: Lázaro e Jesus. O nome de meu irmão era Lázaro e daquele rapaz Jesus.

Em pouco tempo Jesus passou a frequentar a minha casa. Ele me olhava de um jeito como se me conhecesse há muito tempo. Minha irmã mais velha, Marta, interessou-se por ele. Eu, muito nova, pensava apenas em brincar com nossas cabras. Algumas eram de cor preta, mas, eram poucas e davam pouco leite, por isso buscávamos em outro lugar, pois, éramos cinco: meu pai (egípcio), minha mãe (da tribo de Benjamim), minha irmã, meu irmão e eu. Minha irmã e meu irmão viviam brigando. Eu, porém, dava-me bem com os dois. Lázaro era tão querido!

Um dia, Jesus e seu pai vieram à minha casa para pedir a mão de alguém em casamento. Minha irmã queria que fosse a dela, no entanto, era a minha que Jesus queria e deixou isso muito bem claro, pois, tão novo, já sabia o que queria da vida. Entretanto, minha irmã não queria que eu me casasse antes dela, razão pela qual me pediu para rejeitar o casamento. Ela alegou, como chantagem, que se eu a amasse não aceitaria o pedido. Então, eu não aceitei o pedido, o que fez com que Jesus ficasse bravo comigo. A partir de então, não mais me cumprimentava e nem me dirigia a palavra. Com aquela situação, fui ficando cada vez mais triste, até que um dia Lázaro me pegou chorando. Acabei contando tudo. Não tardou, Lázaro revelou o acontecido a Jesus. Acabei pegando Lázaro falando tudo a Ele, embora tivesse pedido segredo, mas, o meu irmão, com o seu especial espírito de justiça e carinho por mim, não ficaria mesmo quieto.

No dia seguinte, Jesus, seu pai e sua mãe foram à minha casa para, novamente, pedir-me em casamento visto que, naquele momento, todos sabiam o que Marta fizera. Naquele instante, minha mãe concedeu a minha mão a Jesus. Quando me chamaram à sala, já estava tudo devidamente acertado e eu aceitei.

Jesus precisava de uma esposa. Ele iria estudar por alguns anos para se tornar um mestre e, como todo mestre precisava de uma esposa, eu estaria com idade para me casar quando ele completasse os seus estudos. Ele me escolhera porque eu sempre fui o seu complemento divino, certeza que teve desde o momento que me viu pela primeira vez, quando me reconheceu, visto que a minha encarnação foi exatamente para ser sua esposa na Terra. Então, o meu noivo foi estudar longe para aprimorar mais seus conhecimentos. Ainda que fosse dotado de extrema inteligência, queria ampliar ainda mais a sua sabedoria e eu o esperei.

Nesse ínterim, minha irmã e meu irmão casaram. Eu, já me tornando uma mulher, estava muito ansiosa pelo retorno de meu noivo.

Quando meu noivo – Jesus – voltou, já era um mestre. ‘MEU RABI’, assim eu o chamava. Arrumei-me para encontrá-lo. Ele aguardava-me na sala, juntamente com as nossas mães (a minha e a dele). Quando cheguei, deparei-me com um homem tão bonito, de cabelos até a altura do ombro e com barba no rosto. Ele usava o cabelo longo e a barba porque agora ele era um Mestre, um Rabi. Tinha o desejo de agradá-lo ao me olhar, como me agradei ao vê-lo. Naquele instante, tive a certeza que eu o amava há muito tempo porque, antes de Ele voltar, havia um rapaz que morava no vilarejo, que sempre insistia para eu deixar de esperar Jesus e me casar com ele. Porém, eu nunca aceitei a proposta. Estava convicta de que tinha que esperar pelo meu amado. Valeu a pena aguardar...

Então, Jesus e eu nos casamos. Foi uma cerimônia simples e linda, ao lado de um poço. Jesus era só sorriso. Fomos morar em nossa casa construída por Ele. Ela era simples, mas, cheia de amor. Nosso casamento foi tranquilo, nunca brigávamos. Ele trabalhava todas as manhãs com seu pai em sua carpintaria. Era um carpinteiro excelente. Às tardes dedicava-se em cumprir a sua missão. Eu cuidava dos afazeres da casa, adorava agradar o meu marido. Adorava acompanhá-lo em sua missão e poder ouvir o que Ele ensinava. Por ser um homem tão sábio, todos o ouviam atentamente e o respeitavam: meu "Rabi". A felicidade para mim era Jesus e Ele, também, pensava o mesmo de mim.

Jesus era um ótimo profissional. Fazia móveis como ninguém. Por isso, vivíamos bem. Ele nunca deixava faltar nada, administrava bem as suas finanças. Sua mãe vinha sempre visitar-nos, já estando, naquele tempo, viúva. Ela começava a falar de netos, dizia, estar na hora de termos filhos. Eu sabia que se tivéssemos filhos, não poderia mais acompanhá-lo nas suas pregações. Conseguia ervas de uma mulher, ervas abortivas que faziam com que eu não engravidasse. Arrependo-me disso. Jesus nunca me cobrava um filho, as outras pessoas sim. Por alguns anos consegui não engravidar.

Um dia eu e meu marido voltávamos para casa, quando surgiu um homem que sempre me assediava durante as ausências de Jesus, para estudar. Por inúmeras vezes, este homem incomodava a mim e ao meu marido com comentários desrespeitosos e eu sempre me punha a acalmar o meu marido, evitando que Ele se descontrolasse. Um dia, contudo, Jesus não aguentou tanta provocação e acabou dando uma surra nele. Eu gostei da atitude de meu marido. Acho que isso fez com que aquele homem não esquecesse a surra que levou. Por isso, durante algum tempo não nos incomodou.

Certo dia, Jesus disse-me que a sua missão tinha que ir além do vilarejo. Havia necessidade de propagar em outros lugares, sendo esta a vontade de seu Pai. Para tanto, Ele precisava ir embora e me deixaria, uma vez que iria viver de vila em vila, de lugar em lugar. Depois disso, morreria e cumpriria a sua missão aqui na Terra. Eu chorei tanto naquele dia. Eu estava em seu colo e Ele me consolava, dizia que seus pensamentos sempre estariam em mim e que eu sempre teria o que comer. Nunca me faltaria nada, porque tinha guardado o suficiente para mim e sua mãe vivermos com dignidade e conforto. Isso não era nada para mim, não era o que me importava. Eu queria estar sempre ao lado Dele, queria ir junto, mas, não podia: primeiro porque eu era uma mulher e Ele viveria peregrinamente, não sendo uma vida apropriada para uma mulher, ainda mais que as peregrinações lhe privariam de várias coisas e certamente gerariam inúmeras dificuldades; segundo, não queria que eu passasse por essa situação de desconforto, ainda mais agora que eu estava grávida Dele, de nosso primeiro filho. Portanto, não me restou nada a não ser aceitar a condição de viver sem Ele.

Ele foi numa manhã. Fechou o seu estabelecimento, onde fabricava lindos móveis, por ser extraordinário carpinteiro. Eu procurei encher sua bolsa com muitas frutas, alimentos, pão. Sempre me preocupei com sua alimentação, para que fosse forte e nutrido. A despedida foi muito difícil. Eu não conseguia aceitar, mas, sabia que Ele estava cumprindo as ordens de seu Pai e, cada vez, mais eu o admirava. Eu estava grávida. Isso mantinha minhas esperanças de que um dia voltaria para o nosso lar.

Eu sempre ia fazer compras para casa e as pessoas começavam a comentar que eu tinha sido largada pelo marido. Isso me machucava muito, mas, eu mantinha-me firme. Aquele homem que sempre atormentou a mim e Jesus começou a aproximar-se de mim, porém, eu não queria conversa com ele. De tanto insistir, ofereceu-se para levar apenas as minhas sacolas, dizendo que seria somente meu amigo e que eu não precisava ter medo. Eu pensei: ‘que bom que ele entendeu que só poderia haver amizade entre mim e ele, porque quem eu amava era Jesus’ e, além disso, eu era casada e não uma viúva. Jesus nunca me largou. Só foi cumprir o prometido, que lhe custaria a sua vida, e Ele não queria que eu estivesse junto para ver esse sofrimento.

Um dia o tal homem me pediu um copo de água em frente à minha casa, na porta. Eu, como já o considerava uma pessoa amiga, disse que poderia entrar. Eu não iria deixá-lo esperando na porta, seria tão deselegante de minha parte para com quem havia se mostrado uma pessoa respeitosa e bondosa. Foi um grave equívoco. Repentinamente, ele sacou um punhal de sua bolsa e colocou no meu pescoço e disse para eu ser obediente se não ele me mataria. Ele me estuprou. Chorei. Pensei que deveria ter deixado matar-me, sem jamais tocar em mim, mas, eu tinha o bebê de Jesus em meu ventre.

Após aquela violência, eu tive hemorragia e perdi meu bebê. Entrei em desespero. Depois, aquele monstro inventou para o vilarejo que eu o tinha seduzido. Ele temia que eu relatasse o verdadeiro acontecimento porque, se eu o fizesse, ele seria punido devido às leis de Moisés. Ele foi esperto e me caluniou primeiro, contando a sua versão e todos acreditaram nele. Não quiseram saber a verdade dos fatos. Como eu era uma mulher, não me quiseram ouvir. Ameaçaram-me com o apedrejamento. Antes, contudo, iriam levar-me ao meu marido Jesus para que Ele me julgasse.

Eu fugi e fui procurar Jesus. Eu precisava Dele, sentia-me só e desprotegida. Após longa caminhada, encontrei-o. Estava em outro vilarejo. Achei estranho: Ele estava na companhia de alguns homens e eles pareciam muito amigos. Nesse meio tempo, uma pessoa da vila em que eu morava me reconheceu e me levou até Jesus para eu ser julgada pelo meu suposto pecado. Pensei: vou morrer apedrejada. Ninguém naquela época acreditava nas palavras de uma mulher. Para piorar, seriam palavras de uma mulher contra as de um homem. Só de pensar que Jesus pudesse desconfiar do meu amor e de minha fidelidade por Ele, já foi a morte para mim.

Jesus me olhou, ficou triste. Eu vi o sofrimento em seu olhar. Ele manteve-se firme e disse: Quem não tiver pecado, atire a primeira pedra. Neste momento, todos os que lá estavam – um a um – foram embora. Eu sofri tanto com isso. Jesus disse para eu ir e não pecar mais. Eu decidi: não iria mais embora, sabia que Ele me amava tal como eu o amava. Assim, fui onde eles estavam (Jesus e seus discípulos) e ungi a Ele com óleo perfumado, como eu sempre fazia Nele, em agradecimento de seu amor e em nossa intimidade. Os discípulos não gostaram do que eu fiz, porque isso era um insulto. Não sabiam que Jesus e eu éramos casados. Podiam desconfiar pelo julgamento que Jesus tivera que realizar, decidindo o meu destino. Estavam furiosos comigo, já que entendiam que eu era uma adúltera. Ninguém quis ouvir-me, nem mesmo Jesus. Eu fiquei intensamente magoada. Ele poderia ter ouvido minhas explicações.

Eu sempre ia onde meu marido estava. Via-me e reagia com indiferença. Isso partia o meu coração e, em minha alma, sentia-me triste, sozinha, abandonada. Pela primeira vez esse sentimento começou a tomar conta de mim. Sentia-me humilhada porque ninguém queria ouvir-me. Por esse motivo, decidi ir para a casa de meu irmão Lazaro. Sei que me receberia de braços abertos. Ele ficara viúvo e minha irmã estava cuidando dele, porque estava adoecido. Recebeu-me, mas não de braços abertos. Disse que eu poderia morar com ele, sem, contudo, dirigir-me a ele por me julgar uma adúltera. Não quis ouvir a verdadeira versão dos fatos. Acreditou nos boatos. Acho que isso contribuiu para adoecer mais rapidamente, por sua tristeza. Eu tentava explicar, mas, era tudo em vão. Cada vez mais doente, minha irmã cuidava para que ele tivesse uma morte digna. Minha esperança era Jesus. Eu ficara sabendo de seus milagres e pensava: quem sabe Ele cuidaria de Lázaro, também! Ele amava-o como um irmão. Mandei-lhe um recado para que viesse urgente ver Lázaro. Antes disso, meu irmão faleceu. Previamente, porém, o meu irmão pediu-me perdão por não ter acreditado em mim. Foi o dia mais triste de nossas vidas, minha e de Marta. Ele sofreu para morrer. A casa estava cheia de pessoas. Todos gostavam muito de Lázaro. Em vida ele tinha sido uma pessoa muito bondosa para com todos. Quando sua amada esposa morreu, ele adoeceu de tristeza.

Passados quatro dias do falecimento de Lázaro, eu estava na sala, tinha bastante gente. Marta entrou e falou ao meu ouvido que Jesus tinha chegado e pediu para chamar-me. Fui ao seu encontro. Quando me viu, Jesus veio ao meu encontro. Tão magoada, neguei-lhe meu abraço. Ele queria muito abraçar-me. Sentou-se embaixo de uma árvore e chorou. Doeu-me vê-lo daquele jeito. A minha vontade era ir correndo para os braços Dele, mas, eu estava magoada, porque tantas vezes tentei explicar e Ele não quis me ouvir. Eu lhe disse que se tivesse vindo antes, Lázaro estaria vivo. Eu tinha e tenho fé em meu marido Jesus. Para a minha surpresa, Jesus pediu para que removessem a pedra do sepulcro em que estava o corpo de Lázaro e o ressuscitou. Sim, para minha alegria, Lázaro vivia novamente graças a Jesus.

Lázaro mandou preparar um banquete para Jesus e seus amigos que o acompanhavam, aqueles homens que Jesus ensinava para que um dia continuassem sua missão. Seguiu-se o banquete. Todos estavam muito felizes. Eu peguei meu óleo mais perfumado e fui lavar os pés de Jesus, o meu marido. O que teria de mal em lavar os pés Dele já que éramos marido e mulher? Ele merecia muito mais do que isso: todo o meu amor e devoção.

Marta ficou furiosa comigo, alias todos que ali estavam ficaram furiosos comigo. Xingaram-me, pois, o cheiro exalou todo no ar. Comecei a chorar. As lágrimas caíram nos pés de Jesus na hora. Eu não tinha nenhum pano para enxugar as lágrimas. Então, limpei os pés dele com os meus cabelos que eram muito compridos e continuei lavando seus pés com o óleo. Beijei seus pés. Tudo ali havia sido esquecido. Não me importava se Ele algum dia iria querer minha explicação, se voltaria a conversar comigo ou se iria querer-me de volta.

Para o meu espanto, Jesus adorou o que eu fiz. Conversamos e eu expliquei todo o ocorrido e Ele acreditou em mim. Enfim, éramos novamente Jesus e Maria Madalena. Todos me chamavam de Madalena. Jesus, às vezes, chamava-me de Maria, às vezes de Madalena e às vezes de minha Mariam. Eu chamava-o de meu Rabi.

Jesus reuniu todos os Apóstolos e contou que eu era a sua esposa, mulher e companheira antes de sua missão e continuava sendo sua esposa e para sempre o seria. Alguns não gostaram de eu fazer parte das jornadas de Jesus. De outros me tornei amiga, como João, sempre amável e doce. Chamávamo-nos de irmãos, tornamo-nos amigos para sempre. Eu adorava ver meu marido pregar sua palavra. Era tão carismático que encantava a todos. Multidões o escutavam. Eu ficava admirada com isso tudo. Jesus não queria que eu participasse de algumas jornadas, embora eu adorasse participar. Ficava num canto, bem quietinha e escutando: a última palavra era sempre de meu marido. Eu ficava, por vezes, com Maria, sua mãe, a qual eu, também, a chamava de mãe. Aliás, todos a chamavam de mãe, porque ela era como uma mãe para todos nós, sempre nos apoiando em tudo. Minha sogra era como uma mãe para mim.

Multidões eram atraídas por Jesus. Todos o chamavam de Mestre e eu ficava tão orgulhosa Dele. Houve uma noite em que Jesus reuniu todos os apóstolos (somente os homens). Mais tarde fiquei sabendo, através de João, que Jesus tinha sido preso. Entrei em desespero. Meu marido era um homem bom, por quê? Sempre me perguntava por quê? Foram os dias mais difíceis de minha vida, ainda mais agora que eu e Jesus íamos ter um bebê, por quê?

Eles queriam que Jesus renunciasse ao Pai Dele e que não dissesse que era o filho de Deus e rei no reino de seu Pai, Deus. Pedi para Ele dizer o que eles queriam ouvir, afinal, eu queria meu marido vivo. Jesus estava irredutível, jamais renunciaria ao seu Pai. Eu chorei tanto. Jesus pediu para os Apóstolos e Maria para que cuidassem de mim, porque os romanos não podiam descobrir que eu era sua esposa e que eu esperava um filho seu, porque me matariam ainda grávida. Jesus foi condenado e, automaticamente, também, a esposa e filho.

Chorei tanto quando soube que sua morte seria numa cruz, porque crucificação era punição para assassinos, marginais. Jesus não merecia isso. Foram os dias mais tristes de minha vida. Depois disso, dificilmente, eu voltaria a sorrir.

Jesus carregou aquela cruz sem reclamar, sem gemer de dor e cansaço, um verdadeiro herói. Aguentou firme, passou sede. Aqueles espinhos que colocaram em sua cabeça estavam doendo muito. Ele não se queixava, mas, eu percebia no seu semblante, tanto que escorria sangue em seu rosto. Eu peguei o meu manto (véu) e sequei seu rosto para que pudesse enxergar melhor. Foi quando um romano perguntou meu nome. Lembrei que eu não podia dizer meu nome, senão saberiam quem eu era. Jesus olhava-me apreensivo. Então eu disse:

–Verônica! (Foi o nome que me veio à cabeça na hora).

Jesus me olhou satisfeito por eu não ter revelado meu nome verdadeiro. Assim, salvei minha vida e de nosso filho.

Quando chegamos ao local onde Jesus seria crucificado, Maria e João pediram para eu ficar um pouco mais distante de Jesus, senão os guardas poderiam desconfiar de quem eu era de fato. Obedeci com tanta dor, por serem os últimos minutos de vida de meu marido e os últimos momentos ao lado Dele. Quando começaram a pregá-lo na cruz, foi a única vez em que Ele gritou de dor. Eu chorei, fiquei aos prantos, perdi as forças. Doeu vê-lo daquele jeito. Eu implorei para que eles parassem, mas, eles não me ouviram. Quando Jesus deu seu último suspiro eu sabia que eu nunca mais voltaria a sorrir, porque Ele levou um pedaço de mim consigo. Eu fiquei incompleta. Esperei todos irem embora, Maria e João e todos que ali estavam.

Quando não restava mais ninguém, eu fiquei embaixo da cruz, chorando, lembrando de nós dois juntos, de nosso casamento, de como éramos felizes, nosso amor. Permaneci lá abraçada na cruz e passei o dia todo e a noite toda. Pela manhã, vieram retirar o seu corpo da cruz para levá-lo ao sepulcro. Eu decidi comprar o melhor óleo perfumado para ungir o corpo de meu marido. Isso era um costume: as viúvas ungirem seus maridos após sua morte. Pensei: o dever me chama, vou ficar novamente com meu marido. Vou ungir seu corpo e deixá-lo perfumado.

Mais animada, fui comprar o óleo. Não tinha dormido, mas, não havia cansaço, nem sono. Encontrei Maria que estava à minha procura. Contei a ela que passei o dia e a noite toda abraçada na cruz de Jesus, em baixo de seu corpo. Ela ajudou-me a escolher o óleo. Eu estava ansiosa para ungir meu marido. Eu só tinha que esperar amanhecer.

Finalmente amanheceu. Peguei o óleo e fui correndo para o meu marido. Fui ao sepulcro onde estava sepultado seu corpo. Lá chegando, assustei-me com o que vi: o sepulcro aberto, a pedra enorme que fechava a gruta estava do outro lado. Corri para dentro. No local onde colocaram o corpo de Jesus só havia o pano de linho branco que o envolveram, o qual estava com sangue, e lá havia dois anjos que me olhavam sem dizer nada. Eu, também, permaneci em silêncio. Fiquei com medo. Resolvi sair dali e, chegando à entrada do sepulcro, apareceu outro anjo, este mais iluminado e belo. Olhou-me com doçura e disse:

– Ele ressuscitou, vá e diga a todos.

Eu perguntei:

– Qual é o seu nome?

Ele disse:

– Sou Rafael.

Corri para contar a Maria que acreditou em mim, juntamente com outras mulheres que estavam com ela. Depois, fomos contar aos apóstolos que Jesus havia ressuscitado. Ninguém acreditou em mim e nelas. Acabei não contando sobre os anjos, nem que um deles se chamava Rafael e que falou comigo, pois, pensei, eles achariam que eu havia ficado doida. Acabei pensando que eu não estivesse muito bem da cabeça e, por isso, estaria tendo alucinações. Então, voltei para o sepulcro. Chegando lá, só avistei o linho com sangue Dele. Debrucei-me numa pedra e chorei, pensando sobre o porquê levaram o corpo de meu marido.

Foi quando Jesus me falou:

– Maria, por que você chora?

Eu disse:

– Porque o corpo de meu Rabi sumiu e eu queria ungi-lo.

De início, eu não reconheci sua voz, só depois. Estava iluminado, grandioso e acompanhado do anjo Rafael. Fiquei tão feliz. Meu marido vivia, mostrou para nós que há vida após a morte. Eu quis tocá-lo, mas, Ele disse que não era possível.

Depois disso Ele apareceu para os apóstolos e para outras pessoas.

Passaram alguns dias e algumas pessoas começaram a comentar que Jesus havia aparecido para eles. Eu comecei a ficar triste, sentida, afinal, eu era a esposa e tinha um filho dele no ventre e para mim ele não aparecia mais. João me buscou para ir ao monte aonde Jesus iria ascencionar. Assistimos à sua ascensão. Foi tão mágico. Jesus era, realmente, o rei, o filho amado de Deus. Quando o vi envolto de tanta luz, fiquei tão feliz. João e eu saímos dali cheios de esperança e fé e destinados a espalhar os seus ensinamentos.

João tornou-se meu irmão e eu a sua irmã e Maria a nossa mãe. Um cuidava do outro, junto com os apóstolos, pois, éramos perseguidos e corríamos risco de morte. Minha barriga cresceu, um pedacinho de Jesus vivia em mim.

Quando eu estava no sétimo mês, pensei: por que Jesus nunca mais apareceu para mim, será que me esqueceu? Eu comecei a chorar quando ouvi sua voz dizendo:

– Maria eu estou sempre te observando e te protegendo. Cuide de nosso filho. Eu amo você.

Eu sorri, coloquei a mão na minha barriga, fiquei tão feliz. Jesus amava-me, não tinha esquecido de mim e nem de nosso bebê.

Chegou o dia em que meu bebê nasceria. Tive contrações. Maria e uma parteira iriam ajudar o bebê a nascer. O que parecia fácil, foi tão difícil. O bebê não conseguia nascer. Cada vez mais eu estava perdendo as forças. Maria e a parteira conversavam baixinho. Eu não conseguia ouvi-las. Imaginava que estavam falando de mim. Estavam com o semblante de preocupação. Então, elas afastaram-se de mim para poderem conversar. Enquanto isso eu descansava. Uma luz forte surgiu pela porta e eu vi Jesus. Não sei como, consegui dar à luz ao nosso filho, fiquei tão feliz. Jesus sentou do nosso lado e, triste, ficou olhando para nós. Depois, foi embora. Com isso chegaram Maria e a parteira, espantadas, por me verem com meu filho no colo. Maria perguntou como tinha nascido o bebê. Eu disse que Jesus tinha feito o meu parto e elas ficaram surpresas.

O bebê era tão parecido com o pai. Todas as tardes Maria cuidava de meu filho para eu poder pregar o evangelho e disseminar a palavra de Jesus. Eu fazia isso para mantê-lo ‘vivo’ através de suas palavras.

Muitas vezes João vinha visitar-nos, a mim e meu filho. Ele estava escrevendo e muitas vezes eu ajudava a escrever e lembrar-se de frases ditas por Jesus. Foi quando João escreveria que eu era esposa de Jesus. Eu não o deixei fazê-lo. Queria que todos achassem que Jesus nunca se casara. João disse que eu não deveria ocultar algo tão importante da vida de Jesus. Entretanto, como esposa Dele, decidi que seria assim e pedi que avisasse a todos os apóstolos para que não mencionassem nas escrituras que Jesus foi casado, para que Ele tivesse a imagem até hoje imaculada de grandioso e santo. Não que Ele não seja tudo isso, mesmo sendo um homem normal como todos os outros.

João conseguiu avisar alguns, outros acabaram não sendo avisados. Algumas passagens, modificamos. Eu adorava palestrar os ensinamentos do mestre Jesus. As pessoas ficavam encantadas com as palavras ditas por Ele. Fazíamos isso às escondidas: havia romanos sempre nos perseguindo e caçando. Depois de longas palestras eu voltava para casa feliz porque encontraria meu bebê que passava todas as tardes em companhia da sua avó Maria e que o amava tanto quanto eu.

Numa tarde, ao chegar em casa, encontrei o meu filho, que já começara a dar os primeiros passos, morto nos braços da avó, a qual, ao lado do berço, chorava muito e do outro lado um homem (era um curador, um médico da época). Quando me viram, disseram que ele teve uma febre alta que não cedeu, o que o levou à morte. Ele era tudo que tinha restado do meu marido Jesus. Aconcheguei-o em meu colo. Estava com o corpinho mole, sem vida. Perguntei-me por quê? Por que meu bebê se foi, também?

Depois desse dia, eu nunca mais fui feliz. Maria, sempre do meu lado, dando-me forças. Ela, também, conhecera a dor de perder um filho e ajudou-me muito a superar essa dor. O pano que tinha coberto o corpo de Jesus, de linho branco e o manto com que enxuguei o rosto dele, eu os guardava comigo. Nunca tinha lavado, mesmo com as manchas de seu sangue. Agora, também, guardava as roupinhas de meu bebê. A minha vida estava resumida às lembranças, ao tempo em que continuava pregando os ensinamentos de Jesus. Maria tinha morrido e eu ficara sabendo que alguns apóstolos eram perseguidos e mortos com muita crueldade pelos romanos. De João não tive mais notícias. Isso foi deixando-me cada vez mais triste, levando-me a decidir morar em uma caverna, em uma gruta, somente orando, rezando, até que chegasse a minha ora de morrer.

Quando chegou minha hora de partir, fui para fora da gruta respirar ar puro e dei meus últimos suspiros: uma morte tranquila. Um anjo veio buscar-me e levou-me. Disse-me que naquele lugar iriam fundar uma igreja em meu nome. Fiquei feliz e admirada por isso. Será que eu merecia tal homenagem? Depois disso ele levou-me até o céu: existe um portal entre a Terra e o mundo de Deus. Quando nós chegamos ao céu, Jesus estava à minha espera. Sorrindo, abraçou-me. Enfim, estávamos juntos novamente. Jesus e eu somos casados no céu, na Terra e no universo todo. Sou sua chama gêmea, complemento divino.

Não importa como Jesus foi. O que importa é o que ele ensinou. Ele é um exemplo a ser seguido: isso é que deve ser observado por todos. Foi um pedido Dele para que eu escrevesse isso.”


Em meu site e nos livros: “Evangelhos Apócrifos e o Jesus real” e “Amor & Conhecimento” entre outros, apresento mais informações sobre a especial ligação de Jesus com Maria Madalena, com base em revelações extraídas de evangelhos apócrifos e de dois de meus encontros astrais com Jesus, num dos quais, Ele se apresentou com Maria Madalena, pois, como me foi revelado, ambos vivem juntos em elevada dimensão do plano astral.

Luz, amor e conhecimento.

Moacir Sader
Mestre de Reiki Usui, Karuna e da Chama Violeta


 
Luz, Amor e gratidão 
 ҉

quinta-feira, 30 de março de 2017

Maria Madalena: O PROCESSO DE APRENDIZADO DA ALMA


O PROCESSO DE APRENDIZADO DA ALMA
Mensagem de Maria Madalena
canalizada por Pamela Kribbe
Fonte: www.jeshua.net

Queridos amigos, eu sou Maria Madalena e saúdo-os com alegria e um sentimento de conexão.

Todos vocês estão firmemente comprometidos com um caminho interior. A única coisa que lhes traz satisfação verdadeira é começar a ouvir e compreender a voz do seu próprio coração e da sua própria alma. Para todos vocês, isto é tão importante quanto o oxigênio que respiram, tão básico quanto o pão e a água que alimentam seus corpos e os mantêm vivos. E esse comprometimento significa que já houve uma mudança de consciência em vocês, a qual, em muitos, ocorreu antes do seu nascimento nesta vida atual. Sua alma se encontrava numa certa fase de desenvolvimento, de evolução, e sentiu que este era o momento para uma encarnação na Terra, na qual ela poderia realmente se permitir ser vista; uma vida na qual sua alma poderia realmente fluir através da realidade terrena do dia-a-dia.

É preciso um certo número de vidas na Terra para chegar a ouvir o chamado da alma desta maneira. Em vidas anteriores, foi necessário e apropriado adquirir experiência com a vida na Terra. A alma precisa de tempo para se acostumar com a dinâmica das emoções e fisicalidade que se desenvolvem aqui. Estar na Terra é um processo de aprendizado para a alma. Num certo sentido, a alma já sabe tudo antes de começar a encarnar, mas este conhecimento não foi realmente vivenciado e, então, não se tornou profundamente enraizado. Portanto, esse conhecimento não é uma sabedoria baseada na experiência. Colocando-se de uma forma bem simples, trata-se da diferença entre conhecimento teórico e conhecimento prático. No seu âmago, a alma já conhece tudo, mas ao experimentar a vida em várias formas de encarnação, este conhecimento se transforma em sabedoria, que é prática e tangível. E é assim que o amor nasce.

Quando a sabedoria realmente se incorpora em uma forma humana terrena, não é apenas o conhecimento teórico que distingue o indivíduo, mas o calor, amor, paciência e compaixão que ele irradia para os outros. E isto significa que houve uma alquimia, uma transformação na consciência da alma dessa pessoa. Esta mudança só pode ocorrer porque a alma assumiu uma encarnação, o caminho através da carne, do sangue, da dor, dos altos e baixos de todos os tipos de emoção. Estas experiências são necessárias para o nascimento de uma sabedoria viva e do amor. Sob este ponto de vista, tornar-se um ser humano terreno, nascer em um corpo, lidar com a ignorância, a dor, o medo e a incerteza, é um ato heroico. Você deliberadamente permite que uma parte da sua consciência e conhecimento interior seja obscurecido para que você possa incorporar a sabedoria em um nível muito mais profundo.

O que estou descrevendo aqui é, na verdade, o significado de canalizar, ou tornar-se um canal, em seu sentido mais amplo. Canalização não é simplesmente a recepção de uma mensagem, mas todo o processo de conectar sua essência divina, através da alma, com um corpo terreno, por meio de uma encarnação física e uma redução da consciência, de modo que você assuma uma forma específica no tempo e espaço.

O que parece ser uma descida à limitação e às trevas, cria caminhos que levam à luz, uma luz maior que não existia antes. Este é o processo criativo que você empreende com sua própria alma. É muito gratificante quando você está vivendo como um ser humano na Terra e volta a se conectar com sua alma, sua origem, e tenta incorporá-la ao seu dia-a-dia. Como parte do desenvolvimento da alma, ela deve esquecer-se de si mesma por um longo tempo e acostumar-se à existência terrena, para adquirir experiência. Por este motivo, é necessário que, no início e por muito tempo, você permaneça inconsciente da sua sabedoria e conhecimento originais e mergulhe nas energias poderosas e envolventes da Terra.

Mas, chegou a hora de ascender de volta à Fonte de onde você veio, de reconhecê-la e voltar a ouvir a voz da sua alma. Desta forma, você realmente começa a enxergar o propósito do seu desenvolvimento, que é unir o reino celeste do conhecimento e sabedoria divina ao reino terreno do sentir e experimentar.  Assim você se torna um canal entre o Céu e a Terra e cria algo novo, algo que é significativo para a Criação como um todo. Em outras palavras, você está pronto.

Quero falar brevemente sobre o que é importante nesta conexão com sua sabedoria superior e a energia da sua alma, as quais já foram bastante vivenciadas ao longo de muitas das suas encarnações anteriores. O que mais o está impedindo de realmente permitir que se manifeste a energia original da sabedoria adquirida da sua alma, é que você se faz pequeno. Para permitir que a energia da sua alma se expresse aqui e agora, você precisa atrever-se a acreditar na sua grandiosidade. Precisa aceitar como verdade que você realmente é um anjo radiante de luz, que foi moldado por um reino divino e igualmente moldado por muitas vidas nas quais lutou para superar a dor e a ansiedade, tornando-se cada vez mais consciente de quem você realmente é. Você precisa reconhecer a grandeza do seu próprio ser e da sua própria história e dizer: “É Isto que eu sou.” Este é o passo que você precisa dar agora, a fim de que sua alma possa encarnar plenamente, possa fluir livremente por todo o seu corpo e seu ser terreno.

Agora quero lhe pedir que examine a si mesmo e observe em que aspecto você se considera indigno, não suficientemente bom, ou até mau, como se tivesse feito algo horrível. Talvez você tenha uma sensação de pecaminosidade ou fracasso. Por um momento, dirija toda a sua atenção para o seu próprio campo energético, observando se aparece algum ponto escuro em algum lugar. Isto pode manifestar-se como dor ou tensão, que pode conter pensamentos negativos a respeito de você mesmo. Observe atentamente, para ver se isto acontece. Talvez você veja uma criança aparecer, ou simplesmente tenha uma impressão… o fato é que é um peso que você está carregando por todo lado. Entretanto, você se acostumou tanto com alguns desses pesos, que não os percebe mais como o que são. Você pensa que esses pesos fazem parte do seu estado normal. Mas o estado normal é um estado alegre. O estado normal, equilibrado, é aquele em que você confia na vida e diz “sim” para ela, com a sensação de ser bom do jeito que é. Não que você seja perfeito, de acordo com certos conceitos que se encontram fora de você, mas que é bom simplesmente porque é uma parte inseparável do todo. Você pertence, você é importante e é livre para explorar tudo o que quiser explorar. 

Pensamentos ou sentimentos irados ou negativos são permitidos, assim como o são a dúvida, o desespero e a resistência. Veja se em você existe um desgosto, um sentimento negativo ou uma resistência diante da vida na Terra. Ou se não se sente bem-vindo aqui, ou se está magoado por não se sentir reconhecido, ou se lhe foi dito que você não é suficientemente bom do jeito que é. Em quase todas as pessoas residem imagens de falta de merecimento. É importante que você as detecte e as acolha com sua luz, porque, na verdade, é isto que bloqueia sua canalização. E refiro-me à canalização no sentido mais amplo da palavra, que é estar aberto para a sua própria alma.

Inspire para acalmar seu abdome. Convide a energia da sua alma para entrar verdadeiramente no seu corpo, no seu coração e, especialmente, no seu abdome, que, energeticamente, é a sede do poder e da conexão com a Terra, mas que é também o lugar onde você pode estar mantendo mágoas profundas. Veja se consegue criar e experimentar uma sensação de dignidade. Seu abdome sabe fazer isto; ele está conectado com a Terra e sabe que você tem um lugar natural aqui e no Cosmos, que você é bem-vindo aqui na Terra.

Há, no seu abdomen, um conhecimento silencioso de que você é bom? Conecte-se com esse conhecimento e literalmente abra espaço para si mesmo. Imagine que existe um espaço energético ao redor do seu corpo, do tamanho que você sente que é certo para você e suficientemente grande para conter a sua luz. Permita que esse espaço chegue até seus pés, e até dentro da Terra. Sinta que você está verdadeiramente aqui. Ao fazer isto, é possível que sinta que a energia da sua alma deseja voltar rapidamente para cima, devido às lembranças de rejeição ou mesmo de violência, que tornam muito dolorosa a sua estadia aqui. Mas peço-lhe que vá até esse espaço assim mesmo e diga a si próprio que é seguro estar aí. Preencha seu abdome com a luz da sua alma; sinta que você é bem-vindo aqui. Deixe a luz mover-se através das suas coxas, joelhos, pernas e pés e para dentro da Terra. A intenção da canalização é que sua essência flua para dentro da Terra. Sinta como você é magnífico, belo e poderoso, e como a sua grandeza inspira e ajuda os outros. Você não está atrapalhando ninguém com a sua grandiosidade.

Esta é a minha mensagem hoje: para canalizar sua alma, procure velhas imagens de falta de dignidade ou merecimento que ainda estejam na sua vida, e pratique preencher seu abdomen, seus chacras inferiores, com a luz da sua alma. É aí que ela se torna real e tangível e flui para dentro da Terra. Esta é a intenção e isto é o que mais o satisfaz.

© Pamela Kribbe www.jeshua.net

Traduzido por Vera Corrêa  veracorrea46@gmail.com

www.jeshua.net/por

Reblogado de Portuguese Love and Light Messages
http://portugueselovenlightmessages.blogspot.com.br/

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Maria Magdalena: SEGUINDO COM O CORAÇÃO


SEGUINDO COM O CORAÇÃO
Maria Magdalena
Canalizado por Mercedes Kirkel
Em uma ocasião de Grupo de Canalização
16 de setembro de 2016


Questionador: Eu tenho uma pergunta sobre parcerias. Como saber quando é hora de acabar com uma parceria?

Maria Magdalena: Se você está em contato com seu corpo e suas emoções, estes são seus maiores guias.

Quando você está em uma circunstância que não está mais servindo ao seu bem maior e, a muito sua alma já quer permanecer nessa circunstância, você vai começar a ter emoções que indicarão que este não é mais o seu caminho. Você se sentirá ressentido. Você provavelmente ficará cada vez mais irritado. Isto é um guia para você, dizendo: "Esta já não é a melhor circunstância. Você precisa mudar".

A raiva é sempre um chamado para a mudança. Você vai começar a ver a raiva surgindo. Dependendo da sua personalidade e da sua qualidade, ela pode ser muito sutil. Pode vir silenciosamente. Ou pode vir de forma muito pronunciada. Diferentes pessoas experimentam a raiva de maneiras diferentes. Mas se você estiver sintonizado, você vai notar que seu corpo e suas emoções estão dizendo que isso não está certo, isso não irá apoiá-lo por mais tempo.

Você entende isso?

Questionador: Eu entendo, mas isto é mais complicado. Se você sente que pode trazer uma cura para a relação...

Eu sei que a raiva, a frustração... todas essas coisas acontecem em bons relacionamentos. E eu vi pessoas permanecerem em relacionamentos e, obviamente, eles não terminaram um com o outro. É por isso que eu estou querendo saber se há um sentimento de "eu amo" ou "eu não amo." Eu acho que quando você realmente ama alguém, algumas vezes, você os ama mais do que os seus sentimentos.

Maria Magdalena: Você deve amar a si mesmo em primeiro lugar.

Você não pode substituir os seus sentimentos por amar outra pessoa.

Você ama a si mesmo através de amar seus próprios sentimentos.

Isso não significa que você não pode ter a dor surgindo em um relacionamento. Você pode trazer a dor para o relacionamento e tê-lo abraçado por ambos os lados, de uma forma a trazer você de volta ao seu relacionamento de coração aberto, e sua conexão de coração aberto para o relacionamento.

Parece que você está em uma luta entre sua mente e seu coração. Eu não sei se você está falando pessoalmente, mas eu suponho que você está. Parece que algumas das suas ideias sobre relacionamentos são provenientes de sua mente, enquanto outras coisas estão vindo de seu coração, e eles não estão integrados.

Você deve estar disposto a deixar de lado as ideias. As ideias são muitas vezes baseadas no medo. As ideias são muitas vezes baseadas em tentar substituir Deus com o seu relacionamento, tentando substituir Deus com a outra pessoa, qualquer que ela seja. 

Isto não é uma coisa fácil de ver. É um processo espiritual para muitas pessoas. Os relacionamentos são uma das arenas em que esta tentativa de substituir Deus mostra-se, muito fortemente.

Seu mundo é tão sintonizado com sua mente, e você não sabe como se conectar com o coração. Você não sabe como estar em união com a mente e o coração.

O coração sempre leva. Como posso dizer isso... A progressão natural é para que o coração possa liderar. Quando seu coração está conduzindo, sua mente racional, sua mente pensante, e sua mente subconsciente vão relaxar e ficar em paz. Você vai tornar-se à serviço do coração. Em seguida, sua mente superior se abrirá.

Isto é verdadeiramente para o que seu coração foi feito, para estar em união com sua mente superior. O que se pode chamar de mente inferior (o seu pensamento e mente subconsciente), é uma função de suporte. Mas para a maioria de vocês, isto se tornou seu reino. E não lhe serve para nada para que isso seja assim.

Isso pode aparecer em seus relacionamentos, bem como na maioria das coisas.

O que é preciso, é um processo de permitir que seu coração se tornar forte e completo, de modo que sua mente posa relaxar e adentrar no coração.

Questionador: Obrigado.

Maria Magdalena: Disponha.

© 2016 Mercedes Kirkel, http://www.mercedeskirkel.com, todos os direitos reservados. É dada permissão para compartilhar esta mensagem quando a mensagem for postada em sua totalidade, nada for alterado ou modificado de alguma forma, e o post incluir 1) o título, 2) "Recebido por Mercedes Kirkel" abaixo do título e acima o corpo do post, 3) este aviso de copyright (parágrafo completo), e 4) o site da Mercedes Kirkel (http://www.mercedeskirkel.com).

Fonte: Mercedes Kirkel

Traduzido por Adriano Pereira



sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Maria Madalena e Yeshua ~ CRIAÇÃO E MANIFESTAÇÃO ~ MISTURANDO A PALETA DA ESSÊNCIA DO SEU CORAÇÃO ~ Canalizado por Fran Zepeda


Esta é uma repostagem de uma mensagem anterior a qual eu fui guiado a compartilhar com você de novo, uma vez que se adapta e reforça a minha mensagem recentemente canalizada a partir de Yeshua e Mãe Maria, intitulada "Belos Corações...Criar Away!" (Link) (como uma interessante nota lateral, a seguinte mensagem também apareceu ontem em um grupo no Facebook, aparecendo espontaneamente com a minha imagem de perfil como sendo de uma postagem atual, como se eu tivesse acabado de postar isso! E eu realmente tinha postado há mais de dois meses atrás! Amo essas belas sincronicidades! Apreciem:

Recebida em 27 de julho de 2015
Olá queridos. Somos Maria Madalena e Yeshua, e nos curvamos diante de vocês, juntos. Com a Doce Essência do Puro Amor que somos, com as nossas energias entrelaçadas, nós as oferecemos a você, agora, para sua inerente manifestação. Esta Doce Essência do Puro Amor que você é está lá também, e será ampliada agora em nossa presença, se você permitir.
Dentro dela está a Criação, e a Manifestação da Criação, cada vez mais entrelaçadas e sempre presentes, para você perceber.
Queridos, sentimos estar agora, à medida que entramos em seu espaço, despertando tudo o que existe da Pura Essência do Amor, esperando para se manifestar em pureza e harmonia em sua fusão com os seus aspectos mais elevados, em sua fusão com a sua Divindade, com a emergência do Amor Divino, que é a sua essência.
A doçura do seu SER, nós aplaudimos. A doçura de seu SER, nós espelhamos, e evocamos e invocamos ao você deixar ir e se render a Doce Pura Essência do Amor que vocês são.
Entrelaçados como somos, Yeshua e Maria Madalena, entrelaçados como você é, do seu Masculino e Feminino, no seu surgimento divino, e da fusão de seus Eus Verdadeiros, parte integrante de quem você é, na eternidade, em união com o Criador, e para sempre manifesta na Pura Essência do Amor, você aceita esta qualidade em você, essa qualidade e essência do Criador, para ser, você.
Não há mais disparidade, não há mais separação, ao você aproveitar o Amor de sua própria criação e espalhá-lo aos outros.
Como você sabe, tudo vem do amor, meus doces queridos. É a sua essência. É a sua realidade, ao você permitir que ela surja dentro de cada pensamento, de cada ação e de cada enunciado.
SEja o conteúdo dentro desta realidade, pois é seu direito de nascença e sua essência, e de agora em diante, você deve compreender a profunda verdade do que você percebe, que você é feito do Amor Divino. É cada fibra do seu ser. É seu Ser.
Você é como uma Paleta divina, a partir da qual você misturar as cores de sua vida. A base das cores é o Amor, mas a expressão é variada, tão variada como as belas cores do seu Ser, que você mistura com e em cada nova criação que se manifesta a partir do seu núcleo. A perfeição é impressionante, ao você permitir que as cores das suas criações fluam em cada área de sua vida. Em todas as áreas do Universo, do Multiverso.
Venha nesta viagem com a gente agora. Sinta as cores rodando para fora de seu centro cardíaco agora, como eles surgem como fitas etéreas, tocando tudo como você permitir. Permita que as cores da Essência do Puro Amor de seu Ser se espalhem em cada célula, cada molécula de seu corpo físico. Sinta todas as células entrando em equilíbrio, como as cores permitem que a harmonia se incorpore dentro de você. Sinta o equilíbrio, sinta a continuidade, sinta a harmonia, ao você permitir que a neutralidade reine dentro de você ~ o equilíbrio do masculino e do feminino dentro de cada partícula de você ~ o saldo de todas as polaridades.
Sinta a si mesmo abrindo-se ao você permitir que todos os aspectos de si possam se entrelaçar, tanto quanto as nossas energias estão entrelaçadas, umas com as outras, e com a sua essência. Sinta o ouro e a magenta da nossa Existência entrelaçadas se entrelaçando e se fortalecendo dentro de você, ao você ir mais fundo em sua Essência Divina e Neutralidade ~ esta bela neutralidade da Doce Essência do Puro Amor, que não conhece extremos, apenas exala no fluxo de forma livre e harmoniosa, e toca a todos em torno de você, dentro de você, e por você.
Agora, permita que a doce vibração de todas as cores da Paleta de seu coração possa se espalhar em seu corpo emocional. Permita que as cores de sua Doce Essência de Puro Amor possam se infiltrar em todo o seu corpo emocional. Sinta-a neutralizando todas as emoções, para encontrar o núcleo, que é Amor. Permita que todas as emoções polarizadas possam se neutralizar com as cores suaves e doces da Essência de seu Amor, ao você expressá-las, e observá-las, e abraçá-las, e mantê-las para ser transformadas em Puro Amor Divino ~ em Harmonia Divina, uma vez que ela alimenta a sua alma, e permite que outros possam ser alimentados pela doce e amorosa essência, apenas sendo neutro, por ser o Amor Divino em sua forma mais pura ~ em harmonia e paz, dentro de sua verdadeira Essência do Amor.
E agora, espalhe a sua Paleta de cores a partir do seu Centro do seu Coração, e sature o seu corpo mental. Colore cada forma de pensamento com Amor e Harmonia, para que possa ver o equilíbrio interior - não polarizado, mas o livre fluxo do pensamento da Criação do Amor. Todo pensamento tem Amor em seu núcleo, e pode criar qualquer substância que você desejar, e, ao encontrar o Amor em seu núcleo, ele pode se manifestar na forma mais pura e ação.
Na sua forma mais pura divina, o Amor é um catalisador para manifestar tudo o que está a ser criado, e você é o catalisador para toda a Criação, ao você manifestar o profundo puro Amor que está no seu núcleo em tudo o que faz e diz e sente.
Assim, permita-nos nos entrelaçarmos com você, para respirar a vibração do Puro Amor do Centro do seu Coração, nas cores da Paleta do seu coração, de modo que você possa sentir a ampliação, a harmonia e o equilíbrio da Essência do seu Puro Amor, através da demonstração do nosso, que se entrelaçam com as nossas energias com o outro, e com a sua, construindo a presença da Essência de Puro Amor de todo o seu corpo de luz, de toda a sua alma, ao longo de todos os seus corpos, incluindo físico, emocional e mental, ao longo de seus Eus multidimensionais, ao você mesclar tudo dentro e sobre você, em Uma União com todos os aspectos de você e com o Tudo O Que É.
Agora, sinto a sua plenitude, sua leveza, sua Divina Emergencia no Um. A criação torna-se assim manifesta com mais facilidade.
Estamos, Yeshua e Maria Madalena, em conjunto, na Essência do Puro Amor.
Namaste

Copyright © 2011-2015 Fran Zepeda. Todos os direitos reservados. É dada permissão para copiar e compartilhar esta mensagem desde que a mensagem seja postada na íntegra e nada foi alterado de alguma forma, e distribuída gratuitamente, e este copyright e as ligações sejam incluídas.
www.franhealing.com www.franheal.wordpress.com http://www.ouremergingdivinity.com
Traduzido por Adriano Pereira