DW: Tudo bem, bem-vindo ao programa. Sou o
vosso anfitrião,David Wilcocke temos aqui Corey Goode, um homem
verdadeiramente notável com quem estamos a falar, que se apresentou como
informador, descrevendo-nos este extraordinário mundo novo que tem sido referido
como Programa Espacial Secreto. Corey, o âmbito deste programa pode ter difícil
de ser aceite por algumas pessoas. Admite-se que fomos à Lua em 1969. Algumas
pessoas diriam que, aparentemente, fomos à Lua. Mas parece que, pelo menos,
fizemos alguma coisa real sobre a Lua e depois nunca mais lá voltámos. Eles
colocaram lá a bandeira. Levaram a cabo algumas missões e oh... acabou-se.
Vimos o que precisávamos de ver. Contudo, penso que se você pensasse em
estabelecer pessoas fora da Terra, a maioria dessas pessoas, se pudesse mesmo
imaginá-lo, diria: “Bem, provavelmente, não é tanto assim”. Qual é o alcance
real daquilo com que estamos a lidar? Quando a verdade vier à superfície, que
informação é que vamos ter?
CG: Bem,
vai ser esmagador quando souberem que há uma vasta infra-estrutura completa em
todo o Sistema Solar, desde operações de mineração no cinturão de asteróides,
nas luas e nos planetas, a fim de adquirir matérias-primas para os complexos
industriais que produzem tecnologias. E que há colónias de seres humanos a
trabalhar nesses complexos industriais e que apoiam esta grande máquina
industrial que é todo o nosso Sistema Solar.
DW: Não poderíamos construir uma base dentro
de um planeta gasoso, não é verdade? Pois fica muito quente e há demasiada
pressão de ar?
CG: Sim,
demasiada pressão.
DW: Então, se quisermos procurar essas
colónias, onde deveríamos investigar?
CG:
Basicamente, o que designamos como colónias são as áreas onde vivem famílias e
pessoas.
DW: Ok
CG: Há
também todo o género de instalações. Há alojamentos ocos dentro de asteróides
onde se extraíram minerais. Existem também espalhados por Marte, no subsolo,
claro, por baixo da superfície de Marte, em várias luas gigantescas de gás e
até mesmo na nossa Lua.
DW: Poderia tentar dar-nos uma
estimativa de quantas instalações ou lugares diferentes foram construídos,
digamos, no nosso Sistema Solar?
CG: No
nosso Sistema Solar, existem só em Marte, desde pequenos postos avançados de
segurança que alojam de 18 a 40 pessoas a instalações que flutuam ao redor
dele, em diversos pontos Lagrange, em todo o Sistema Solar.
DW:
Poderia dizer-nos o que é um ponto de Lagrange?
CG: São
áreas entre planetas ou corpos celestes que têm uma força gravitacional
contínua ou uma força gravitacional igual em todas as áreas onde podem ter uma
espécie de ponto de geosincronicidade ou de geostática, ou um ponto onde
permanecem parados. Realmente não tenho o número exacto. Há centenas de
instalações lá fora, no Espaço exterior.
DW: Quais
seriam algumas das maiores de instalações, em termos de número de efectivos?
Quantos tripulantes teriam?
CG: Bem,
falamos de colónias. Estamos a referir algumas das maiores, que têm mais de um
milhão de habitantes.
DW: De
facto?
CG: Sim.
DW: O que
o levaria pensar que haveria uma população desse tamanho?
CG: Não
penso haver muitas que tenham uma grande população, mas há muitas mais que têm
centenas de milhares de habitantes.
DW: Será
que se torna mais frio e mais difícil viver num lugar, quanto mais nos
distanciamos do sol?
CG: É aí
que surge a tecnologia avançada.
DW: Ok.
CG:
Podemos produzir condições de vida que são confortáveis para nós, em qualquer
parte. E até podemos produzir a *ressonância Schumann,
que ocorre aqui na Terra. A Terra emite uma certa ressonância vibratória que
mantém as plantas e os seres humanos saudáveis, essa Ressonância Schumann é
canalizada para as naves espaciais e para as instalações e colónias, a fim de
ajudar a manter as pessoas saudáveis. A pressão barométrica e a gravidade ficam
assim controladas.
DW: Ia
precisamente perguntar sobre a gravidade. Obviamente, a Terra tem uma certa
massa e aaceleração
gravitacional, é proporcional à massa da Terra. Assim, nas luas, a
NASA acredita - eles falam sobre isso - que iria fazer ricochete. Então, como é
que a compensam, se ela for menor?
CG: Bem,
eles criam a gravidade colocando chapas, exactamente como fazem nas naves,
interligando as chapas que estão no chão, às quais aplicam electricidade, que
cria um campo electro-gravitacional, que irá dar origem à gravidade artificial.
DW: Quais
são os tamanhos das placas? Elas variam?
CG: Bem,
as placas variam de tamanho, porque há corredores de tamanho diferente. Mas há
placas com cerca de 2-3 polegadas de espessura que se interligam como os
brinquedos de blocos de construção das crianças, que se interligam ou se
encaixam.
DW:
Então, poder-nos-ia informar um pouco mais sobre quais seriam as principais
categorias? Você disse que um tipo de categoria de um lugar que seria construído,
seria uma instalação onde as pessoas vivem. Seguem um conceito estritamente
utilitário, como várias salas onde há beliches, ou têm um átrio amplo com uma
cascata? Têm grandes áreas comuns de reuniões e auditórios?
CG: De um
modo geral, quando estava na nave de pesquisa, não íamos visitá-los. Pertenciam
àICC(Interplanetary Corporate Conglomerate
= Conglomerado Empresarial Interplanetário). Eram colónias que pertenciam à
empresa. Se não tivessem um funcionário capaz de consertar uma peça fundamental
das máquinas ou da tecnologia danificada, havia geralmente um especialista a
bordo da nossa nave de investigação que tinha esse conhecimento. Então, nessas
ocasiões especiais, éramos autorizados a ir para as colónias, sob ordens
estritas de não falar ou interagir com qualquer das pessoas das instalações ou
das colónias. Estávamos sob escolta armada. Não nos ofereciam passeios ou uma
refeição. Éramos escoltados directamente para o local para onde iríamos fazer a
manutenção e, em seguida, escoltados directamente para a nossa nave, para
partir.
DW: E
enquanto estava a fazer esse trabalho poderia vir à Terra sempre que quisesse?
CG: Não.
Estávamos a cumprir o nosso contracto "20 anos ou que for preciso".
Estávamos totalmente desligados da Terra, das notícias e de tudo relacionado
com a Terra. Não recebíamos qualquer notícia ou qualquer programa de televisão
ou qualquer informação sobre o que estava a acontecer na Terra.
DW: Era
permitido levar livros e revistas consigo para ler?
CG: Não.
Nem sequer tínhamos uma foto da nossa família ou qualquer coisa semelhante.
Tudo o que tinha foi o que me foi dado quando me alistei.
DW: Falou
anteriormente sobre esses ipads de vidro. Conseguia aceder a eles quando estava
nessa nave de pesquisa?
CG: Sim.
Quando estivesse de plantão.
DW: Ok.
Eles sabiam o que você fazia? Havia um registo de vigilância de tudo o que
tentasse pesquisar nesses ipads?
CG: Tenho
a certeza de que havia. Na nave de pesquisa, era muito mais descontraído do que
o que ouço dizer sobre os regulamentos nas naves militares. Designam sempre os
cientistas como "eggheads = intelectuais". Eram excelentes. Durante
muito tempo, observei os ipads. Tinha muito tempo livre. Todos tinham formação
em enfrentr situações de desemprego. Você não tinha só uma profissão. Fui
treinado em comunicações e em algumas coisas mais. Mas durante uma grande parte
do tempo, estava num dos laboratórios. Quando as outras tarefas estavam
concluídas, podia passar muito tempo a pesquisar nos ipads.
DW:
Sou o vosso anfitrião, David
Wilcock e estou aqui com Corey Goode. A conversa que estamos a
ter sobre o Programa Espacial Secreto é muito interessante. Mais uma vez, quero
salientar que este material é altamente controverso e que, provavelmente, não
ouviram nada semelhante antes, a menos que tenham estado a seguir o que estamos
a dizer. Mais uma vez, quero deixar claro que investiguei o assunto durante
muitos anos. Tenho estado em contacto com informadores, há mais de 20 anos e
tenho falado com dezenas de pessoas com conhecimento de diversos tipos de
informação secreta. E a conclusão a que cheguei, foi que há muito a acontecer
que diz respeito à industrialização do nosso Sistema Solar e para além dele,
pelas autoridades que vocês podem designar como governo ou forças militares,
dependendo da maneira como desejam exprimí-lo. Por esta razão, Corey, é bom
tê-lo de volta, novamente. E parece que, a partir do que está a dizer, o LOC =
o Comando de Operação Lunar é o ponto principal da maneira como a Terra está
ligada ao Programa Espacial e ao Cosmos em geral. Então, fale-nos um pouco mais
sobre o LOC. Penso que, em primeiro lugar, deveria referir como é que ele
parece quando viaja até lá?
CG: Bem, posso dizer que foi construído e ampliado um pouco, desde a
década dos anos 50. Foi construído nas crateras e na área rochosa onde se
mistura um pouco com o meio ambiente. Parte dele, está construído na rocha.
Muito pouco do mesmo, está acima do solo.
CG: Também não tenho acesso à maior parte das instalações. Vi um
diagrama onde se assemelha um pouco à forma de um sino quanto mais para baixo
for e só tenho acesso aos níveis superiores.
DW:
Então, mesmo que tenha a forma de sino, você realmente não vê o sino na
superfície da Lua.
CG: Não. É como olhar para baixo, para a parte superior do sino ou para
a ponta de uma pirâmide. Você só vê a parte superior que é menor ou a ponta do
iceberg, como penso que diria. O resto está em baixo e alarga à medida que
desce.
DW: Se houver essa quantidade de naves a ir e a vir do LOC, que
você diz que está no lado escuro da Lua, como foi possível ter sido mantido em
segredo? As pessoas com os seus telescópios não poderiam ver todos estas naves
a ir e a vir da Lua?
CG: As pessoas vêem-nas. Na verdade, há uma outra base, no lado de trás
da Lua que pertence a seres humanos. Pertence a um de programas espaciais
secretos chamado ‘Dark Fleet = Frota das Trevas’, de onde muits pessoas vêem
naves a vir de lá. Posso referir a sua localização. Se olhar para a Lua, está
localizada cerca da posição das 10:00 horas. As pessoas têm filmado e visto
agitações e enxames de naves a sair e a chegar daquela área. Alguns ...
astrónomos amadores com câmeras de vídeo ligadas a telescópios. Isso é algo que
tem sido observado.
DW: Há algo no lado da Lua voltado para nós de interesse ou está tudo a
ser mantido na parte de trás, pois assim há menos possibilidade de ser
detectado na superfície da Lua
CG: A maioria está na parte de trás. Há áreas na parte da frente, de
onde saem as naves e há entradas. Há também áreas que pertencem a grupos de
Extraterrestres, que estão cobertas por uma espécie de holograma de blindagem,
que nos impede de vê-las. A maior parte está no lado de trás da Lua, pois,
obviamente, é para impedir que seja vista pelos que estão na superfície do
planeta e que não estão destinados a ver esse material.
DW: Quando é que o LOC foi realmente construído?
CG: O LOC foi construído numa instalação NAZI existente que tinha sido
construída na segunda metade das décadas dos anos 30 e 40.
DW: Então, recua assim tanto?
CG: É assim, de facto. Logo que o poder industrial dos Estados Unidos se
envolveu, realmente começaram a investir imenso nele e a construí-lo
rapidamente. Começaram realmente a construí-lo a sério, no final da década dos
anos 50.
DW: Sim, e quero abordar muito mais sobre a história do programa
espacial em alguns episódios posteriores. Por agora, deixe-me fazer-lhe outra
pergunta. Se tinhamos tudo isso na década de 50, então por que levamos a cabo
as missões Apollo? Por que é que pousamos na Lua? Qual era o objectivo?
CG: Existem vários níveis de programas. Existem alguns na NASA, e há
programas militares equivalentes aos da NASA que são o que eles consideram ser
os mais avançados. Pensam que estão na crista da onda, tanto quanto à segurança
secreta, como à "necessidade de saber" o que está a acontecer no
sistema solar. E essas pessoas que, literalmente, iriam andar à pancada consigo
se fosse desafiá-los e díriam, em seguida, que não andaram. Então eles são ...
Penso que a mentira tem muitos níveis e em cada nível, as pessoas são
informadas de que estão no topo. Não é o caso, mas eles acreditam que sim,
assim como tudo está completamente compartimentado. Em cada compartimento,
todos pensam que estão a fazer o trabalho mais importante, que têm o
conhecimento mais amplo e que todos os outros compartimentos e grupos estão
abaixo deles.
DW: Penso que se você conseguir fazer alguém sentir-se especial, então
irão trabalhar mais, porque pensam que são a ‘nata’ da cultura.
CG: Certo, Hubris.
DW: Sim. Você pensa que as missões Apollo foram uma operação de lavagem
de dinheiro?
CG: Poderiam muito bem ter feito parte delas, para canalizar muito
dinheiro para o Programa Espacial Secreto. As pessoas que estavam a executar
esses programas ao nível mais baixo, realmente acreditavam no que estavam a
fazer e, de facto, pensavam que esses programas eram o expoente máximo e a mais
alta tecnologia que tínhamos.
DW: Você pensa que os funcionários poderiam ter tido informações que
lhes foram retidas sobre o custo daquilo em que eles estavam realmente a
trabalhar?
CG: Oh, sim! Eles foram enganados pelos serviços secretos e cada ...
Eles foram enganados a todos os níveis.
DW: Então pensa que poderia ter custado talvez apenas 10% do que nos
disseram que era o custo real?
CG: Isso seria especulação. Não tenho nenhuma maneira de saber, mas ...
DW: Mas, definitivamente poderia ter fornecido "dinheiro sujo"
para desenvolver o Programa Espacial ainda mais.
CG: Sim. No início. Através de diversas maneiras ... das drogas e de
todo o tipo de artimanhas que eles têm para conseguir dinheiro para construir a
infraestrutura.
DW: Você pensa que a NASA sabia algo interessante sobre a Lua, que não
nos foi relatado pela comunicação mediática?
CG: Houve muita coisa que foi descoberta durante as missões Apollo. No
início, descobriram que não era boa idéia bater com um dos seus módulos de
aterragem na Lua para testar os instrumentos que eles tinham colocado lá (na
Lua) para investigar os tremores do solo lunar.
A Lua é uma zona onde se age em conformidde com princípios, é como uma
Suíça gigante. É uma zona muito neutra e embater nela com um projéctil, era uma
péssima idéia. E pelo que li, foram avisados para não voltar lá de novo.
DW: É estranho você dizer que a Lua é este tipo de área neutra como a
Suíça, porque está bem próxima da Terra. Se é a nossa lua, não deve ser
propriedade nossa e não devemos ter o controlo dela?
CG: Não.
DW: Não funciona dessa maneira?
CG: Não. Já viu, grosso modo, os mapas da Antártida e como ela está
fragmentada entre todas as nações? A parte de trás da Lua também está dividida
dessa forma. E todas essas diversas regiões são praticamente propriedade de
diversos grupos de Extraterrestres e habitadas por eles.
DW: A sério?
CG: E há alguns grupos que são belicosos e que guerrearam entre si,
durante muitos milhares de anos, mas têm instalações que estão apenas a um par
de quilómetros de distância umas das outras. E têm estado em paz há muitos
milhares de anos.
DW: Há muitas luas no nosso sistema solar, então por que é a Lua junto à
Terra é tão importante para essa gente?
CG: É um ponto de observação estratégico e uma área perfeita para partir
e regressar da Terra, para poderem fazer as suas experiências.
DW: Então, muito do que poderíamos chamar extraterrestres não estão
muito longe e estão a ir e a vir de um lugar que, na verdade, é muito perto.
CG: Exactamente.
DW: Isto tem a ver com o que você estava a falar no episódio anterior,
sobre a relação com a experiência mencionada em que estavam a prosseguir com 22
programas diferentes?
CG: Certo. E todas as raças diferentes de Extraterrestres... isso inclui
Extraterrestres humanoides e não humanoides, que são tipos que não gostam muito
uns dos outros. Existe uma espécie de acordo diplomático sobre a Lua. Há algo
muito especial sobre o facto da Lua ser uma zona diplomática neutra. Nenhuma
dessas raças vai violar essa convenção.
DW: Então está a dizer que nesta Conferência da Super Federação, onde
disse que há pelo menos 40 grupos diferentes, eles não estão todos de acordo
sobre o que estão a fazer. Todos têm os seus próprios programas ou as suas ...
CG: As suas agendas.
DW: Então, até certo ponto, para essas delegações era uma maneira de
expôr os seus argumentos e encontrar um terreno comum de alguma forma?
CG: Certo, não pisar os pés uns dos outros continuamente, com as suas
agendas diferentes.
During this time of
massively conflicting information, misinformation and disinformation we must
make sure our "Reality Bubbles" are permeable to new information.
Every one of us have developed belief systems based on certain data-sets
from Guru's, Channelers, Contactee's, "Whistleblowers" and
Researchers. All of these people are fallible human beings who's info is only
as accurate as their chosen sources.
If we say we are discerning, but basing or comparing information to our
ensconced belief systems (rejecting anything that conflicts), we are deceiving
ourselves. For our discernment filters to work correctly and truly they must
also be permeable and allow new information to pass through to be filtered. Do
not get caught up in enlightenment traps of the theologies and philosophies of
others... No matter how well-intentioned they may be. You are responsible for
your own growth and journey. Locking yourself into a belief system and then
defending it from anything that conflicts with it, or makes you uncomfortable,
will prevent you from evolving any further and make you dependent on another
human or being who may have been mislead.
Don't forget to subscribe to Gaiam TV so you can watch Corey on this, and other
David Wilcock (DW): Vamos
entrevistar alguém verdadeiramente excepcional. Corey Goode, de 45 anos,
nascido no Texas. Presentemente ainda reside no Texas. E o que ele fez, foi
assumir a posição de informador e partilhar comigo mais dados sobre o que
realmente está a acontecer nos bastidores, nos designados programas
do governo secreto e nos programas militares secretos, sobre o desenvolvimento
e industrialização do sistema solar. É uma história notável, pois
ao longo dos anos, entrevistei muitos informadores, por vezes
classificados 35 níveis acima do Presidente dos EUA. Retive 90% dessa
informação fora do alcance do público, porque as pessoas poderiam ser
assassinadas e não quis divulgar coisas que depois me poderiam impedir de
descobrir quem eram realmente, os verdadeiros informadores. Corey surgiu e
não só sabia sobre os 90 % omissos, como tinha outras peças do quebra-cabeças
que eu procurava. Sabia que havia algo que as pessoas me ocultavam. E o enigma
tornou-se claro.Corey, seja bem-vindo.Obrigado por estar presente.
Corey Goode (CG).: Obrigado
DW: Sei
que o que nos vai contar vai tão além do que é considerado realidade que as
pessoas terão dificuldade em aceitá-lo, especialmente se não tiverem
conhecimento prévio deste assunto. Então, em vez de tentar conduzi-las pela mão
e introduzi-las lentamente nestes assuntos, vamos mergulhar de cabeça. E se
pudesse, dava-nos rapidamente uma visão geral do seu envolvimento com o
que foi todo este assunto do programa espacial, durante sua vida.
CG: Sim. Para mim, começou aos seis anos, quando fui levado ao que é
conhecido como Programa MILAB[mailab]. Alguns pronunciavam programas MILAB.[milab].Fui
identificado como sendo um intuitivo empático
DW: Você tem uma grande intuição das coisas que possivelmente, estão
para acontecer. Como capacidades de premonição?
CG: Sim, capacidades de premonição. E empático, que significa ter uma
forte ligação emocional com os outros à sua volta. Sentir o que eles sentem e
ligar-se a eles emocionalmente. Era uma série de capacidades que eram muito
desejadas. Fui treinado e essa capacidade foi aprimorada. Foi aperfeiçoada até
à altura em que tinha cerca de 12 ou 13 anos. Então eu e algumas pessoas com
quem praticava, fomos levados para um programa onde éramos o que eles
designavam como o apoio IE (apoio intuitivo empático) da delegação da
Terra numa super federação. Era uma federação composta duma grande
quantidade de federações extraterrestres que se reuniam para discutir a grande
experiência.
DW: O que era essa experiência? O que é que esses extraterrestres
faziam?
CG: Havia um grupo de 40 extraterrestres semelhantes a humanos e
que, praticamente, estavam sempre presentes e este grupo ia até 60 membros que,
por vezes, também estavam presentes. Havia 22 programas genéticos a acontecer.
DW: O que é um programa genético?
CG: Programas da mistura da genética deles e de manipulação da nossa
genética.
DW: Isso estava a acontecer?
CG: Sim, está a ocorrer agora mesmo. E era do que se tratava. Os
representantes da Terra estavam a tentar conseguir fazer parte dessa
experiência há muito tempo. Finalmente conseguiram um lugar e como intuitivos
empáticos, enquanto nos sentávamos lá, não sabíamos o que acontecia, porque
muito do que estava a ocorrer, era falado numa língua extraterrestre antiga,
que era muito monótona, que não compreendíamos. E muito do que acontecia,
sucedia telepaticamente. Então estávamos sentados lá e davam-nos um aparelho,
que era um tablet de vidro, que parecia um iPad e que tinha, basicamente,
acesso à base de dados extraterrestre. Ordenavam que mantivéssemos as nossas
mentes ocupadas, olhando para todo esse material e isso também nos ajudava,
dada a nossa capacidade empática intuitiva, para detectar o perigo ou a
mentira.
DW: Que tipo de coisas conseguiam ver nos tablets?
CG:Era um... Queriam que víssemos informações sobre essas 22
experiências genéticas, que estavam a ser efetuadas. Mas tínhamos acesso a todo
tipo de informação. E dependendo de cada um de nós, cada um tinha o seu
interesse. Víamos todo o tipo de informação. E eu vi tanta... É como reviver o
tempo de faculdade. Todos os livros que leu e informação que encontrou...
quanto disso é que você se lembra, sabe, dessa forma? Havia tanta informação.
Dw: Já fez alguma pergunta sem resposta, em que só dizia, "Não
sei"?
CG: Não. Quer dizer, basicamente davam-lhe as informações que estavam
disponíveis. Deparava-se com coisas para as quais a delegação humana, sabe, o
nosso grupo, não tinha acesso. Mas quase toda informação estava ao nosso dispor.
DW: Como era o monitor? Parecia um iPad ou...
CG: Não, parecia quase um pedaço de acrílico. Não ficaria
surpreendido se o visse. Se eles o atirassem pela janela e se o encontrasse num
campo, pegaria no objeto e não saberia que era algo especial. Pegaria na mão e
teria que ativá-lo, através de um componente mental. E então o tablet abriria
na sua língua nativa. Sobre a informação, acederia a base de dados, através da
sua mente e o tablet mostraria o que você queria. Mostraria textos, fotos,
vídeos e os vídeos e as fotos eram representações holográficas, de forma que
saíam um pouco do monitor. Sabe, não saía totalmente do monitor, como as
pessoas associariam a um holograma. Mas tinha uma profundidade a 3 dimensões
que resultava num tipo de visão holográfica.
DW: E ainda conseguia ver a sua mão, por baixo do vidro?
CG: Não.
DW: Então escurecia primeiro?
CG: Precisamente. Sim, ficava totalmente opaco, ou preto ou algo assim,
antes de produzir imagens ou texto.
DW: Eles tinham buffers ou firewall (inibidores de acesso)? Se
fizer certas perguntas ele não autoriza?
CG: Bem, como disse, muito raramente aparecia um monitor todo azul, ou
algo semelhante, que mostrava que não se conseguia aceder. Mas, fundamentalmente
estava tudo disponível. E tínhamos os mesmos aparelhos na nave de pesquisa, que
nos dava acesso à nossa própria base de dados.
DW: Então é uma tecnologia comum no programa espacial?
CG: Sim, e eles têm monitores muito maiores, que usam para conferências
e demonstrações.
DW: Obviamente você encontrou muita informação nos tablets. Houve
alguma que lhe chamou a atenção por ser muito significativa e que o chocou de
verdade, mesmo sabendo o que já tinha aprendido sobre esse ponto?
CG: Foi muito interessante, pois havia -- a informação que foi
apresentada quase como se – você recuasse à analogia da faculdade. Havia 22
trabalhos finais a competir uns com os outros e cada um desses programas de
experimentação genética, apresentava as suas informações dessa maneira. Até
certo ponto, competiam uns com os outros. Não estavam a trabalhar -- não
estavam a fazer um trabalho em cooperação.
DW: E envolvia extraterrestres semelhantes aos humanos?
CG: Sim.
DW: Entrançando o ADN deles com o nosso? Esse tipo de coisas?
CG: Sim. E manipulando o nosso ADN. Havia também um componente
espiritual. Estavam muito envolvidos numa parte dessa experiência. Não faziam
experiências apenas conosco. Também fazem parte desta grande experiência.
DW: Tinham um objetivo? Por que é que o fazem? Por que é que se
importam?
CG: Não sei. Não sei se estão a fazê-lo só porque podem. Ou se estão a
tentar criar um...algum tipo de ser superior, mas muito disso não... Sabe, por
que razão eles tentariam criar... ou misturar o melhor da genética deles e
então manipular-nos, a nós e à nossa civilização, para nos manter submissos?
DW: Há quanto tempo pensa que este programa está a acontecer?
GG: Os 22 programas diferentes, estão a acontecer em períodos de tempo
diferentes. Mas a manipulação genética do que somos actualmente, tem estado a
acontecer, pelo menos, há 250.000 anos.
DW : Uau.
CG : Mas esses programas, variam desde 5.000 anos ... têm todos uma
duração de tempo diferente.
DW : Não parece ser algo que o nosso governo secreto da Terra ou o
governo eleito quisessem que eles fizessem. Poderíamos impedi-los?
CG : Penso que não. Quero dizer, foi algo que pedimos recentemente para
conseguirmos um lugar na mesa deles, para fazer parte da discussão.
DW : Então, esses extraterrestres de orientação negativa ou mais neutra,
não seriam realmente do tipo benevolente?
CG : Depende do ponto de vista. É tudo uma questão de perspectiva. Ao
pensar em todos os grupos, é difícil dizer: este grupo é positivo, aquele é
negativo, porque eles encaram o que estão a fazer como uma coisa positiva.
DW : Você menciona no seu site algo chamado LOC. Pode-nos dizer o
que é?
CG : O Comando de Operação Lunar = Lunar Operation Command (LOC) é uma
instalação na face oculta da Lua, que é uma espécie de centro diplomático
neutro ao qual todos os diversos programas espaciais têm acesso. Algumas
pessoas que residem e trabalham aí, mas, sobretudo, é um local de paragem e de
reabastecimento. As pessoas estão sempre a chegar e a partir para viagens no
nosso sistema solar e para além dele, em direcção a outras estações e a outras
bases, para se reunirem às naves que lhes estão destinadas.
DW : Conte-nos a sua história presente de como sai de sua casa e
finalmente chega a essa nave de pesquisa lá fora, no nosso sistema solar.
Apenas uma breve referência de como aconteceu.
CG : Fui transportado da minha casa a meio da noite pelos meios
convencionais da Base da Força Aérea de Carswell. Por baixo dessa Base, numa
área secreta, há um elevador que o leva para um local muito mais abaixo. Muitas
pessoas são conhecedoras do sistema de transporte subterrâneo dos Estados
Unidos.
DW : Escutei informadores a chamar-lhe transporte especial subterrâneo.
CG : Sim, é um Sistema de transporte especial. É como um comboio
mono-carril através de um tubo e é como Maglev (comboio de levitação magnética)
dentro de um tubo de vácuo. Fui transportado daí para outro local de onde fui
transportado para o LOC através de uma tecnologia que muitos chamam
uma tecnologia tipo “Portal de Estrelas” ou tecnologia do portal. Cheguei ao
LOC, ou Comando de Operação Lunar. Então fui colocado nesse aparelho semelhante
a uma manta (raia).
DW : Como uma raia em forma de diamante ?
CG : Sim, como uma raia ou uma raia semelhante a uma nave. Depois fomos
transportados para um local mais longínquo do nosso sistema solar.
DW : Então havia uma espécie de hangar no Comando das Operações Lunares.
DW : Ok, quão maior é uma nave manta em relação às medidas
convencionais?
CG : Pode transportar 600 pessoas.
DW : Uau, então é muito grande.
CG : Sim, levou-nos ao nosso destino.
DW : Quanto tempo esteve no LOC antes de embarcar na nave manta?
CG : Não demorou muito. Havia – foi onde assinei os papeis, mesmo que
fosse demasiado novo para assinar contratos. E foi-me explicado que estava a
fazer um compromisso de 20 anos. Eles chamam-lhe “the 20 and back = 20 anos e
sempre que necessário”.
DW : Parecia algo futurístico, tipo "Star Trek, Next
Generation" quando entrou? Como parecia?
CG : Erm, sobretudo, salas estreitas e portas comuns. Mas não era nada
semelhante às portas do Star Treck que produzem um som sibilante. Não eram nada
de especial.
DW : Então se filmasse o interior, podia facilmente convencer alguém que
era apenas um edifício.
CG : Oh sim, completamente.
DW : Como parecia o hangar? O hangar parecia algo especial?
CG : O hangar era muito parecido com uma instalação naval, uma mistura
de instalação de hangares de submarinos e de aviões.
DW : Depois de ter entrado na nave raia, quanto tempo demorou o voo?
CG : Talvez 30 a 40 minutos.
DW : E o que aconteceu a seguir?
CG : O que aconteceu a seguir foi ver a nave de pesquisa à qual seria
atribuído pela primeira vez.
DW : Quanto tempo permaneceu nessa nave?
CG : Fui atribuído à nave de pesquisa por um período de seis anos.
DW : E disse que o tempo de serviço seria 20 anos?
CG : Sim.
DW : Houve qualquer razão para eles o manterem na nave de pesquisa
apenas durante seis anos?
CG : O conjunto de capacidades intuitivas era necessário também noutros
programas, portanto, fui escalado para diversos programas durante os restantes
20 anos.
DW : Pode nos dar um exemplo de um desses programas?
CG : Um exemplo seria o programa de Intercepção e Interrogatório de
Intrusos.
DW : O que define um Intruso?
CG : Alguém que entra no Sistema Solar ou na atmosfera da Terra, sem ser
convidado.
DW : E realmente seria capaz de prender essa gente e fazer-lhes
perguntas?
CG : Havia uma equipa que fazia parte do programa e que fazia isso. Eu
estava presente durante o interrogatório na qualidade de intuitivo empático.
DW : E como disse anteriormente, tentava detector mentiras?
CG : Sim, até certo ponto. Quando você comunica com esses seres, essa
operação designa-se como interface = interacção. Por vezes, eu era necessário
para interagir, outras vezes estava lá apenas para lê-los, ler as suas emoções,
para perceber se eram verdadeiros, agindo como se fosse um detector de mentiras
humano .
DW :E a consciência resulta da mesma maneira para que possa analisar um
extraterrestre e resulta da mesma maneira, se ele for mais ou menos humano?
CG : Absolutamente.
DW : Assim, você deixou o programa após 20 anos de serviço.
CG : À excepção de alguns trabalhos que eles tinham para eu fazer,
praticamente terminei o meu contrato.
DW : Na sua página web menciona que há cinco facções dentro do Programa
Espacial Secreto (SSP). Pode delinear rapidamente o que são essas cinco facções
e um pouco sobre cada uma e o que é que as torna diferentes umas das outras?
CG : Claro. Começarei pela mais antiga, que é o “Guardião Solar”. Teve
início nas décadas de 70 e 80, durante o SDI = ‘A Iniciativa da Defesa Estratégica’
– penso que era para isso que eles estavam preparados – precisamente antes e
depois de Reagan. E depois temos o ICC, o Conglomerado Corporativo
Interplanetário, que é um conjunto de corporações de todo o mundo que têm
representantes num super Conselho Administrativo que controla a infraestrutura
do Programa Espacial Secreto que têm lá fora no Espaço e que é enorme. Temos a
Dark Fleet = Armada Negra, que é uma frota de naves muito secreta que trabalha
principalmente no exterior do sistema solar. Temos diversos programas espaciais
secretos militares de ‘Operações Negras’ que reunimos num grupo. Depois, temos
ainda este grupo da Liga Global das Nações Galácticas que, até certo ponto, foi
uma cenoura que foi oferecida a todas as nações restantes a fim de manterem
este véu de secretismo sobre o que se estava a passar no Espaço exterior,
dando-lhes um programa espacial e dando-lhes uma narrativa de que “Há certas
ameaças, ou possíveis invasões, vamos unir-nos e trabalhar juntos.” E numa
instalação que visitei várias vezes, era muito parecido com o programa de TV,
“Stargate Atlantis” onde havia um verdadeiro ambiente descontraído, as pessoas
circulavam em jumpsuits com insígnias dos diversos países do mundo. Também
estão, praticamente, fora do sistema solar.
DW : Mencionou muitas vezes o termo ‘aliança’, e penso que deve haver
alguma confusão.
CG : Havia a Aliança da Terra. Têm uma agenda completamente diferente. A
sua agenda é criar um novo sistema financeiro e derrubar a Cabala e têm mais
algumas coisas nas suas agendas. Depois, há a Aliança do Espaço e é constituída
principalmente pelos que saíram da facção do Guardião Solar e em seguida, pelos
desertores de outros programas espaciais secretos. E esses desertores dos
outros programas espaciais deixaram os seus programas trazendo naves, serviços
secretos, informação e juntaram-se à Aliança do Programa Espacial Secreto.
DW : Qual foi a sequência de acontecimentos que o motivou a ser um
denunciante e o levou ao que estamos a ver agora como sendo um impulso para a
divulgação?
CG : Fui contactado por um grupo extraterrestre proveniente de
densidades elevadas que agora se tornou conhecido como os ‘Blue Avians = As
Aves Azuis.’
DW : E Ave significa pássaro?
CG : Sim, pássaro.
DW : E como é que eles se parecem?
CG : Têm 2,50 mt de altura. Parecem pássaros. Têm uma cor que vai do
azul ao índigo e têm penas.
DW : Está a dizer que é muito semelhante a um pássaro, então, está a
dizer que realmente são pássaros com asas?
CG : Não têm asas. Têm uma caixa toráxica muito semelhante à humana, têm
braços, pernas e pés...
DW : Então são humanoides. É como visualizar uma cabeça de pássaro num
corpo humano?
CG : Sim, mas não têm um bico comprido como muitos estão a tentar
representá-los na Internet. Realmente é um bico macio e flexível e quando
falam, transmitem uma linguagem de sinais ou movimentos com uma mão. Então
movem a boca e comunicam telepaticamente.
DW : Então quem são os Blue Avians? De onde vêm? Têm um programa?
CG : Os Blue Avians disseram-me que eles e os outros seres com quem
estão a trabalhar, chegam da sexta até à nona densidade e que...
DW : O que é uma “densidade”?
CG : Tudo o que nos rodeia é feito de matéria, de energia. O pensamento
é completamente feito de vibração. E chega de uma vibração ou frequência diferente.
DW : Então é como se fosse outro plano de existência?
CG : Correcto.
DW : Está em alguma parte da galáxia ou do Universo, ou está à nossa
volta?
CG ; Não está em nenhum planeta longínquo, perto do centro da galáxia ou
algo como isso. Está à nossa volta. Está muito perto e muito longe, ao mesmo
tempo.
DW : E qual é o programa deles? Para que estão aqui?
CG : Têm estado aqui há algum tempo. Têm estado a observar – estamos a
dirigirmo-nos para uma parte da galáxia que é altamente energizada, que vai
mudar a densidade do nosso sistema solar e do nosso aglomerado de estrelas
local.
DW : É algo que eles lhe disseram ou é algo no Programa Espacial Secreto
de que você tivesse uma prova palpável?
CG : Tínhamos evidência tangível disso no Programa Espacial. Foi
estudado durante algum tempo, mas também foi algo que eles me disseram.
DW : Ok. E se formos para uma densidade diferente, o que é que os Blue
Avians dizem que irá acontecer à vida humana, tal como a conhecemos agora?
CG : Que iremos ter uma experiência de transformação que nos vai mudar,
principalmente, ao nível da consciência.
DW : Como será? Tornar-nos-emos mais psíquicos, mais telepáticos?
CG : Sim, quero dizer, há muitas teorias. Não me foi dito que faríamos
isto e aquilo. Escutei muitas teorias diferentes. Não sei se vai acontecer a
todos de repente, ou se há pessoas espiritualmente mais evoluidas que vão
começar a mostrar esses sinais mais cedo. Não tenho todas as respostas. Não sou
um guru/Mestre. De facto, não tenho respostas para tudo.
DW : Então estes Blue Avians estão à procura do nosso bem supremo, ou
têm um programa escondido? Como sabemos que podemos acreditar neles?
CG : Eles têm uma polaridade completamente positiva. Do que compreendo
sobre seres da sexta densidade ou de densidade superior, não são guiados por um
programa como nós pretendemos projectar neles. Pois, de acordo com a nossa
maneira de pensar da terceira e da quarta densidade, tudo o que fazemos está
orientado por um programa. Preponderantemente, é como fazer dinheiro. É como
induzir as pessoas a fazer ou a pensar da maneira como pensamos. Não podemos
projectar esta maneira de agir e pensar sobre seres de uma densidade mais
elevada e dizer-lhes que se vão comportar ou pensar da mesma maneira. Eles
estão aqui, nas suas esferas gigantescas para ajudar a abrandar este tsunami de
enormes ondas de energia que estão a entrar no nosso sistema solar e estão a
espalhá-las para não termos demasiadas de uma só vez e dar mais tempo para nos
prepararmos.
DW : Se não usassem essas esferas, o que dizem que aconteceria?
CG : Muitas pessoas enlouqueceriam e haveria muito caos.
DW : E quando você menciona essas esferas, o que é que procuramos? As
pessoas não vêem esferas nos seus telescópios.
CG : Não. Elas também são de outra densidade e muitos pensam que são
naves espaciais gigantescas. Estou quase certo que depois de muitas viagens
nessas esferas que são esferas a um nível gigantesco. Esses pequenos seres
conhecidos como orbs também são essas esferas gigantescas.
DW : O que são os seres orb?
CG : São uma das cinco raças de seres da Aliança das Esferas e dessas
cinco, são a raça com maior densidade.
DW : Então você teve realmente encontros em presença com os Blue Avians?
CG : Sim. O meu nome foi mencionado como sendo o escolhido, como
delegado, para fazer parte das comunicações entre este grupo e o Conselho da
Aliança do Programa Espacial Secreto e também para começar a falar em nome
deles com o Concelho dessa super federação antiga na qual trabalhei em
adolescente, como apoio intuitivo empático. Estava a tentar falar à minha
maneira, e não na posição de delegado. Não sou um orador habituado a falar em público.
Tenho uma voz fraca. Estava a dar todas essas desculpas sobre a razão por que
não devia ser um delegado. Estava a dar essas desculpas, depois de ter sido
levado a uma da esferas enormes que estão no espaço exterior e encontrei esse
Blue Avian chamado Raw-Tear-Eir. E quando estava a tentar falar sobre a minha
incapacidade de ser delegado, ele aproximou-se de mim, colocou a sua mão no meu
antebraço e começou a falar telepaticamente comigo, que necessitava pôr de
parte toda a negatividade e deixar de pensar negativamente. E a sua mão era
como um pó macio sobre a minha pele. Foi a única vez que me tocaram
físicamente. E depois disse-me que o importante era a mensagem.
DW : Qual é a mensagem deles?
CG : A mensagem deles para a Humanidade é que – e este é o fundamento de
muitas religiões – devemos ser mais amorosos. Necessitamos perdoar-nos e
perdoar os outros, parando assim a roda do Karma. No nosso dia-a-dia, devemos
concentrar os nossos esforços para ser de maior serviço aos outros. E
necessitamos de intensificar a nossa elevação de vibração e consciência.
DW : Bem, Você vê muitas pessoas que fazem comentários agressivos nos
artigos, dizendo que a elite quer-nos conduzir para uma religião única. Como
poderemos ser capazes de saber se não é mais uma operação psíquica(PSYOP) para
tentar pôr-nos todos a marchar em sintonia com alguns controladores novos?
CG : Bom, isso é o que eles disseram e o que coloquei na minha página
web é que você não precisa mudar a sua fé ou a sua religião. Você pode usar ...
essas crenças são os dogmas de todas as grandes religiões. Quero dizer,
realmente não é nada novo. O tempo é curto. É necessário fazê-lo. Precisamos
começar a concentrarmo-nos - se você é cristão, se é muçulmano, se é budista -
pode permanecer. Pode permanecer na sua fé.
DW : Então não estão a tentar passar pelo novo Deus?
CG : De maneira nenhuma. E uma das coisas que eles forçaram na minha
cabeça é que preciso ter a certeza de que não se torna num culto ou numa
religião. Não conheço essa história, mas eles tentaram visivelmente, três vezes
no passado. De cada vez as suas mensagens foram distorcidos e os seres humanos
usaram-nas para controlo e e transformaram-nas em cultos e religiões.
DW : Bem, é obvio que estamos apenas a começar. Realmente são
informações fascinantes, e a nível pessoal só quero dizer que valida muitas
coisas que tenho estudado durante tantos anos e, tanto quanto posso, tenho
feito tudo para apoiá-las com provas científicas. Temos muitos mais assuntos
para falar. Estamos apenas a começar, mas estou realmente feliz por você querer
fazê-lo e dar a cara. E respeito-o pela sua ousadia e coragem. Sei que tem dois
filhos. Desistiu de um emprego de seis dígitos para fazê-lo. Portanto, é
realmente importante que tenha vindo a público, e aprecio isso verdadeiramente.
Então, obrigado Corey.
CG : Obrigado.
DW : Certo
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