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sexta-feira, 11 de dezembro de 2020

MACUMBA PEGA? Por Chico Xavier

 
MACUMBA PEGA?
Por Chico Xavier

Uma senhora passou o dia todo de pé em uma longa fila só para ter a chance de fazer uma única pergunta para Chico Xavier. No cair da noite, finalmente ficou frente a frente com ele e, cheia de medo e preocupação, disse:

– Chico, tenho uma única pergunta. Macumba pega?

Chico sorriu e falou pausadamente:

– Minha filha, me responda você, uma coisa: se eu jogo uma pedra em uma grande parede com um buraco bem no meio dela, o que acontece?

– Bom… – disse a mulher – A pedra entra!

– E se não houver buraco?

– Ela vai bater e voltar…

– Exatamente!

Não dê abertura ao mal, não pratique o mal, não o desenvolva dentro de você e você estará imune a ele. A cada vez que você fizer de sua língua uma arma venenosa, a cada ato de perversidade ou falsidade que cometer, você aumentará o buraco de sua parede.

Quem joga pedras, cedo ou tarde levará uma pedrada. Assuma os riscos ou benefícios da parede que você construiu. Assuma a dor de causar dor ou usufrua a paz de promover paz. A escolha é sua e as consequências também.

Nem tudo é feitiço na maioria das vezes é a Lei do Retorno!!!


Com Luz, Amor e Gratidão
  ҉  

sexta-feira, 13 de novembro de 2020

Chico Xavier: O VENTO...

 

"Uma vez, em Pedro Leopoldo, eu ensinava catecismo às crianças, mas um dia me proibiram. Eu ensinava catecismo para quarenta crianças e fui proibido porque me tornara espírita. Fiquei em casa, mas as crianças queriam o tio Chico... Então as famílias levaram as crianças lá em casa e eu fiquei com muita pena, porque na igreja elas tinham lanche. Já eram duas horas e eu só tinha água e uns pedacinhos de pão em casa.

Eram quarenta crianças... Como eu iria alimentar aquelas crianças? Eu fiz uma prece e pedi a Deus que me ajudasse, porque elas não podiam ficar sem comer. Como é que eu iria fazer?

Estávamos embaixo de uma árvore.

E, então, um vento muito estranho começou a balançar as folhas da árvore.

O vento uivava entre os galhos daquela árvore.

Uma vizinha saiu e perguntou:

— Chico, que é isso? Que barulho é esse?

— O vento...

— O vento?!... E essas crianças aí?

— Catecismo!...

— Você não deu nada para elas comerem?

— Não tenho!...

— Oh, Chico! Eu tenho, aqui, bolo e pão.

E a outra vizinha do lado também apareceu e perguntou:

— O que foi isso, Chico? Que vento foi esse?

— O vento...

— E essas crianças aí?

— O catecismo...

E assim, doze famílias se reuniram e passaram a oferecer o alimento, o lanche daquelas crianças, por causa do vento."

"Ora e pede. Em seguida, presta atenção. Algo virá por alguém ou por intermédio de alguma coisa, doando-te, na essência, as informações ou os avisos que solicites." Ah, o vento...

Fonte: Do livro Um minuto com Chico Xavier, publicado pela Editora Didier.


Luz, Amor e Gratidão
҉

segunda-feira, 27 de maio de 2019

Gotas de Orvalho: VIVENDO EM PAZ.


“Se não é possível respirar num clima de paz entre as criaturas em face da ignorância que nos acompanha, é razoável procurar a serenidade interior diante dos conflitos que nos envolve a cada instante, através da prece e do desejo sincero de fazer aos outros o que gostaria que nos fosse feito.

Ter o cuidado de não exigir do próximo o que ele ainda não tem condições de realizar”.
                      
Chico Xavier


segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Chico Xavier: À SOMBRA DO ABACATEIRO


À sombra do abacateiro em 11 de setembro de 1982 falando sobre a lição do jugo leve, Chico Xavier contou o seguinte diálogo entre um pastor de ovelhas e um aprendiz, lição que vale a pena recordar sempre:

"-Se uma ovelha cair na fossa, o que você fará?

O pastor respondeu: - Eu a tiro e carrego.

- Mas e se a ovelha se machucar, se estiver ferida? - tornou o aprendiz.

- Eu a curo e, mesmo se estiver sangrando, eu a carrego - retrucou o pastor.

O aprendiz pensou demoradamente e indagou, por fim:

- Mas e se a ovelha fugir para muito longe, léguas e léguas?

O pastor, zeloso e experimentado, fitando o grande rebanho que pastava no vale, respondeu: - Eu não posso ir atrás, porque eu não posso deixar todo o rebanho por causa de uma rebelde... Eu mando o cão buscá-la..."

E Chico concluiu: "A mesma coisa faz o Cristo, diante de nós, quando nos afastamos do caminho certo, léguas e léguas. Ele não vai atrás, mas vai o cão, que é o sofrimento...!"


Fonte: Penso Logo Existo



segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Momento Espírita: VOLTAR OS OLHOS PARA A LUZ


Narra-se que uma das cunhadas do médium mineiro Francisco Cândido Xavier teve um filho com sérias dificuldades físicas e mentais.
Braços e pernas atrofiados. Os olhos, cobertos por uma espessa névoa, mantinham-no mergulhado na mais completa escuridão.
Inspirava medo às pessoas que o viam. Era tão deformado que a mãe, ao vê-lo, teve um choque e foi internada num hospital psiquiátrico.
Chico ficou sozinho com o sobrinho.
Cuidar dele não era fácil. Medicá-lo, banhá-lo e aplicar-lhe um clister diariamente.
O menino não deglutia e, para alimentá-lo, Chico tinha que formar uma pequena bola com a comida, colocar em sua garganta e empurrar com o dedo.
Isto, durante onze anos, aproximadamente.
Quando o sobrinho piorava, Chico orava muito por ele. Já o amava como um filho.
Um dia, porém, o Espírito de Emmanuel lhe disse:
Ele só vai desencarnar quando o pulmão começar a desenvolver e não encontrar espaço. Aí, então, qualquer resfriado pode se transformar numa pneumonia e ele partirá.
Quando estava próximo dos doze anos, foi acometido de uma forte gripe e começou a definhar.
Na hora da desencarnação, seus olhos voltaram a enxergar. Ele olhou para Chico e procurou traduzir toda a sua gratidão naquele olhar.
Emmanuel, presente e emocionado como Chico, explicou:
Graças a Deus. É a primeira vez, depois de cento e cinquenta anos, que seus olhos voltam para a luz. As suas dívidas do passado foram aniquiladas. Louvado seja Jesus.
Chico Xavier sempre teve seus olhos voltados para a luz, e este é mais um dos inúmeros exemplos disso.
O sobrinho, necessitado de acerto com as Leis maiores, encontrou no amor do tio o estímulo necessário para deixar as trevas.

*   *   *
Enquanto não acertamos as dívidas do passado, enquanto não cumprimos os compromissos assumidos até o fim, não conseguimos nos libertar da escuridão.
A expiação é mecanismo infalível da Lei Divina.
Diz-nos ela que cada um de nós é responsável pelos equívocos realizados, nesta ou noutra existência, e que sempre assumimos o compromisso de resgate perante a vida.
Assim é que as vicissitudes da vida corpórea constituem expiação das faltas do passado e, simultaneamente, provas com relação ao futuro.
Depuram-nos e elevam-nos, se as suportamos resignados e sem murmurar.
Para voltar os olhos para a luz, novamente, faz-se necessário o arrependimento sincero, o aprendizado e o resgate.
É assim que a Justiça Divina opera, dando a cada um o que é seu, de acordo com sua necessidade.
Voltar os olhos para a luz é desprender-se, através do amor ou da dor, do passado de desvarios ao qual muitos ainda estamos aprisionados.
É tempo de caminhar com passos seguros, mirando-se na caridade-doação de um Chico Xavier, que mostra o caminho do amor para o encontro com a luminosidade que espera todos nós.
Redação do Momento Espírita,
com base no cap. Dívida e resgate,
 do livro Chico, de Francisco, de Adelino da Silveira, 
ed. CEU e no item 399, 
de O livro dos Espíritos
de Allan Kardec, ed. FEB.
Em 29.7.2016.


Fonte:Momento Espírita
www.momento.com.br

domingo, 29 de maio de 2016

OS IRMÃOS DO “ARCO IRIS” - Um caso de Chico Xavier por Geraldo Lemos Neto


Corria o mês de abril de 1931. A 18 de abril, a segunda mãe de Chico Xavier lhe chama e avisa de que estaria de partida. Sente que seus dias na Terra terminaram. Chico chora, pedindo a ela que ficasse, que não o abandonasse à própria sorte. Era ela a única pessoa da confiança do médium, em quem ele depositava a esperança de dias melhores. Era com ela, e somente com ela, que Chico se abria, contando tudo quanto via e ouvia do mundo espiritual, numa cidade em que a maioria das pessoas não lhe dava crédito, ou o considerava louco, ou mesmo tomado pelo demônio, tendo em vista a grande maioria católica de Pedro Leopoldo. Dona Cidália Batista Xavier, no entanto, sente que o final do corpo está próximo. Diz ao Chico que ao chegar no mundo espiritual vai pedir a Jesus que lhe envie alguém para substitui-la na afeição e no devotamento a ele. Além disso, ele seria acompanhado pelos irmãos do "Arco-íris", na vida espiritual. No dia seguinte, 19 de abril de 1931, Dona Cidália desencarnou, deixando o Chico desconsolado de angústia. Um grande sentimento de solidão e melancolia tomou conta do médium.
No mês seguinte, em maio, o espírito de Emmanuel aparece para o Chico pela primeira vez. Inicialmente, Chico o vê na reunião pública do Centro Espírita Luiz Gonzaga e nesta mesma semana, ao pé da cachoeira, à beira do rio, Emmanuel lhe fala pela primeira vez, convidando-o ao trabalho com o Cristo, e pedindo-lhe disciplina, disciplina e disciplina. Chico aceita o desafio e começa a nova fase de seu trabalho mediúnico, iniciado em 8 de julho de 1927, desta feita sob a coordenação direta de Emmanuel, que passa, então, a ser o orientador geral das comunicações por seu intermédio.
Durante o ano de 1931 até companheiros mais próximos da tarefa no Centro Espírita Luiz Gonzaga, fundado em 1927, debandam. Cada qual, com suas razões particulares, abandona o posto, deixando Chico sozinho. Sob a orientação de Emmanuel, a rotina de Chico Xavier, entretanto, prossegue durante três reuniões públicas semanais no centro espírita fundado por ele anos antes. A assistência física, contudo, desaparece. Chico faz as reuniões sozinho. Até seu irmão mais velho, de sua inteira confiança, José Xavier, se afastara por ter encontrado um emprego noturno, não podendo atender ao compromisso doutrinário. Sentindo-se só e abandonado em determinada reunião de fins de 1931, Chico Xavier resolve encerrar as tarefas mediúnicas públicas. Argumenta com o espírito de Emmanuel que ele escrevia páginas muito lindas, mas que ele, Chico, se incomodava com a incompreensão de seus conterrâneos e a ausência dos confrades para a tarefa. De nada adiantava ficar lendo em voz alta e estudando as obras de Allan Kardec com os comentários espirituais ditados por Emmanuel uma vez que ninguém estaria ali para acompanhar aquelas belezas espirituais.
Emmanuel então lhe diz: "Você, por acaso, pensa que está só na tarefa?" Chico lhe responde: "Sim, o senhor não está vendo? Estou sozinho! A não ser o senhor comigo não há mais ninguém conosco! De que adianta prosseguirmos com as reuniões públicas? Até os meus vizinhos já se incomodam comigo falando sozinho e já estão espalhando na cidade o boato de que estou ficando louco! O senhor não está vendo isso acontecer?" Responde-lhe o benfeitor: "Sim, Chico, estou vendo a calúnia e a maledicência se espalharem, mas devemos ter paciência e compreensão evangélicas em relação a elas. Silêncio e oração, fé resoluta e serviço com o Cristo haverá de ser a nossa única resposta!"
Chico, conformado, pergunta a Emmanuel: "O que fazer diante desse enigma?" Foi então que o espírito de Emmanuel, apiedado do sofrimento do rapaz, com poucos 20 anos de idade, lhe afiançou: "Não encerre as reuniões públicas. Eu pedirei a Jesus a bênção de abrir-lhe totalmente as faculdades mediúnicas da vidência para que você possa acompanhar e atestar que não estamos sozinhos nas tarefas do centro espírita. Se Deus assim o permitir, você verá os irmãos que nos acompanham do plano da vida espiritual. Na próxima quarta-feira, esteja aqui para as tarefas habituais".
Chico, disciplinado que era, esqueceu o desejo de encerrar as reuniões e no dia aprazado lá estava ele para a tarefa. Sozinho no recinto, leu um trecho de O Evangelho segundo o Espiritismo e outro de O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec. Comentou-os em alta voz para, em seguida, dedicar-se à tarefa da psicografia com o espírito de seu mentor Emmanuel. Até então nada de novo havia se apresentado para sua observação ambiente. Permanecia, aos seus olhos terrenos, tão-somente na companhia de seu guia espiritual.
Ao terminar a psicografia da noite, contudo, Emmanuel lhe aplicou passes na região cerebral, atingindo em cheio os centros coronários e cerebrais com energias novas. Em poucos instantes, Chico Xavier passou a observar verdadeira multidão de espíritos desencarnados, assistindo às tarefas, calmamente sentados numa espécie de arquibancada do além. Como se as paredes do Centro Espírita Luiz Gonzaga se alongassem a distância. Emocionado, leu as páginas psicografadas por Emmanuel naquela noite, reparando o efeito que suas palavras tinham naquela gente toda, a assistência espiritual atenta.
Ao terminar a leitura, ficou reparando aqueles rostos diferentes. Tentava, em vão, ligar aquelas fisionomias, que nunca houvera visto antes, às famílias conhecidas de Pedro Leopoldo. Pensava ser, talvez, o pessoal desencarnado de sua cidade natal, mas identificou certa dificuldade em resolver o problema. Não conseguia associá-los às famílias locais com quem privava conhecimento. "Que espíritos eram aqueles? De quem seriam aquelas fisionomias simpáticas a fitar-lhe com carinho e respeito?" Externou a Emmanuel o assunto para ouvir dele, sorridente, a seguinte revelação profética: "Este pessoal, que você agora observa com nitidez, é o grupo espiritual de cerca de 5.000 espíritos simpatizantes do Consolador prometido por Jesus Cristo, que tem vindo estudar conosco a Boa Nova do Evangelho, renovada pela compreensão da Doutrina dos Espíritos. Eles todos estão, presentemente, num curso preparatório da próxima reencarnação, quando estarão, no futuro, na face da Terra para acreditar nessas mensagens que agora estamos escrevendo por seu intermédio, e com a finalidade de estudá-las e espargi-las, difundindo entre os homens de boa vontade a palavra da Vida Eterna. São eles, Chico, que lhe auxiliarão na tarefa a partir de meados deste século e até o final de seus dias terrenos, e mesmo depois de sua desencarnação, para que a mensagem espírita-cristã possa atingir os corações realmente interessados em espiritualização no Brasil, ou até mesmo no exterior".
Uma alegria indefinível inundou o coração de Chico Xavier, que então, carinhosamente, endereçou àquela assembleia diferente o seu olhar de carinho, amizade e amor. Reparou diversas tonalidades de cores envolvendo-os de Mais Alto, como se o plano da Vida Maior estivesse acompanhando aquela cena e endereçando a eles forças novas para o futuro. E Chico então disse a seu benfeitor Emmanuel: "Agora compreendo. Como fui infantil ao considerar que estávamos sozinhos! A partir de agora, vou chamar os nossos novos amigos de irmãos do "Arco-íris", em homenagem à nossa querida mãezinha Dona Cidália, que a eles fez referência no passado. Quem sabe essas luzes multicoloridas que descem do Alto, envolvendo-os, não procedem do coração amoroso dela a dizer-me, confiante, que não estou só!"
Conforme nos contou Chico Xavier, as reuniões públicas três vezes por semana no Centro Espírita Luiz Gonzaga de Pedro Leopoldo permaneceram ainda totalmente vazias na face da Terra, por quase 3 anos, de 1931 até 1934! Emocionado, ao terminar o seu relato, Chico me revelou que eu era um daqueles que estavam naquela assembleia de aprendizes, e ainda que no transcorrer de minha atual existência física eu iria, paulatinamente, reencontrar os 5.000 corações queridos e afins que participaram daquela universidade do espírito. Disse-me Chico assim: "Aos poucos, você vai reconhecê-los todos, Geraldinho, da turma de 31!"
  
Geraldo Lemos Neto
9 de dezembro de 2015 
  

Reblogado de Sementes das Estrelas
http://www.sementesdasestrelas.com.br/

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Emmanuel: A BOA PARTE


"Maria escolheu a boa parte, que não lhe será tirada."
Jesus.
(LUCAS, 10:42.)

Não te esqueças da "boa parte" que reside em todas as criaturas e em todas as coisas.

O fogo destrói, mas transporta consigo o elemento purificador.

A pedra é contundente, mas consolida a segurança.

A ventania açoita impiedosa, todavia, ajuda a renovação.

A enxurrada é imundície, entretanto, costuma carrear o adubo indispensável à sementeira vitoriosa.

Assim também há criaturas que, em se revelando negativas em determinados setores da luta humana, são extremamente valiosas em outros.

A apreciação unilateral é sempre ruinosa.

A imperfeição completa, tanto quanto a perfeição integral, não existem no plano em que evoluímos.

O criminoso, acusado por toda a gente, amanhã pode ser o enfermeiro que te estende o copo d’água.

O companheiro, no qual descobres agora uma faixa de trevas, pode ser depois o irmão sublimado que te convida ao bom exemplo.

A tempestade da hora em que vivemos é, muitas vezes, a fonte do bem-estar das horas que vamos viver.

Busquemos o lado melhor das situações, dos acontecimentos e das pessoas.

"Maria escolheu a boa parte, que não lhe será tirada" - disse-nos o Senhor.

Assimilemos a essência da divina lição.

Quem procura a "boa parte" e nela se detém, recolhe no campo da vida o tesouro espiritual que jamais lhe será roubado.

Emmanuel
Psicografia de Chico Xavier

Fonte: Espirit Book
http://www.espiritbook.com.br/



segunda-feira, 21 de março de 2016

André Luiz: NÃO DESANIME


Quando você se observar, à beira do desânimo, acelere o passo para frente, proibindo-se parar.

Ore, pedindo a Deus mais luz para vencer as sombras.

Faça algo de bom, além do cansaço em que se veja.

Leia uma página edificante, que lhe auxilie o raciocínio na mudança construtiva de ideas.

Tente contato de pessoas, cuja conversação lhe melhore o clima espiritual.

Procure um ambiente, no qual lhe seja possível ouvir palavras e instruções que lhe enobreçam os pensamentos.

Preste um favor, especialmente aquele favor que você esteja adiando.

Visite um enfermo, buscando reconforto naqueles que atravessam dificuldades maiores que as suas.

Atenda às tarefas imediatas que esperam por você e que lhe impeçam qualquer demora nas nuvens do desalento.

Guarde a convicção de que todos estamos caminhando para adiante, através de problemas e lutas, na aquisição de experiência, e de que a vida concorda com as pausas de refazimento das nossas forças, mas não se acomoda com a inércia em momento algum.

André Luiz,
Psicografia de Chico Xavier

Fonte: Mensagem Espírita
http://www.mensagemespirita.com.br/




quarta-feira, 16 de março de 2016

Profecia de ANDRÉ LUIS sobre a Política do Brasil - Psicografia Chico Xavier


No ano de 1952, Chico Xavier psicografou uma mensagem de André Luis, sobre o futuro político próximo do Brasil. E chama à atenção a incrível precisão matemática em que tais predições foram se cumprindo. Era como se Chico Xavier psicografasse um acontecimento na vida política brasileira e ele dissesse: "Me chamou? Eis-me aqui!"


Se cada uma de suas predições teve ao seu tempo o seu cumprimento, não resta menor dúvida que aquela que é o epílogo e encerra com fecho, de ouro, toda a mensagem enviada por "André Luis" também terá o seu. De modo que com certeza iremos presenciar entrando na cena político-espiritual brasileira alguém empunhando a poderosa espada de dois gumes, que é a Palavra de Deus. Sim, alguém tornando crível a mensagem do Evangelho.

Eis a mensagem psicografada por Francisco Cândido Xavier:

"Mensagem de Natal de André Luis, na psicografia de Francisco Cândido Xavier, no Centro Espírita ´Jesus de Nazareno` em Congonhas, Minas Gerais, no dia 23 de dezembro do ano de 1952.

"O mundo caminha para grandes conquistas e também para grandes catástrofes. O engenho de Guerra que assombrou o mundo com a destruição moral e material de Hiroshima e Nagasaki será a causa de desentendimento no mundo inteiro.

"No Brasil, um líder operário terá morte violenta, pois as forças espirituais que vivem no Cosmos pedem ao Supremo Criador justiça por tudo que foi feito de bárbaro em nome do Supremo Criador e da Pátria. (VARGAS?)

Com o desaparecimento deste, o Brasil vai passar por momentos difíceis. Diversos movimentos armados vão abalar a estrutura nacional. No meio a isto virá um homem da terra do Mártir Tiradentes e, apesar das pressões, muito fará pelo Brasil, inclusive que será o criador de uma cidade Jardim, tal qual o Éden, diferente de todas as cidades. (JUSCELINO?) Mas será substituído por outro que muita confusão irá criar e, na sua saída injustificada, (JANIO?) vai deixar a nação abalada; e deste abalo vai começar o período crítico, até que o homem de patriotismo, vindo também da terra de Tiradentes, irá cercar-se de outros e vão derrubar a viga mestra da confusão.(TANCREDO?) E então muita coisa nova vai acontecer 

"Homens, mulheres e crianças vão sofrer consequências justas e injustas, provocadas por erros anteriores. O regime será combatido e até abalado, mas muitas nações passarão a dar crédito e respeito ao Brasil.

"Com a mudança dos homens, muitos dos que foram o esteio da situação serão chamados a prestar contas a Deus. Então o sol, as enchentes e o frio vão criar fome e desespero, não só no Brasil, mas também no mundo.

"Mas, no fim de tudo, vai aparecer um homem franco, sincero e leal que, montado em seu cavalo branco e com sua poderosa espada, dará uma nova dimensão e personalidade nos destinos do Brasil, corrigindo injustiças e fazendo voltar a confiança e esperança no futuro do Brasil.

"Será combatido e criticado por seu temperamento e atitudes, mas ele contará com a proteção das Forças Supremas que habitam o Cosmos, e o Brasil será verdadeiramente o coração do mundo e, apesar de crises e ameaças, internas e externas, que irão aparecer, ele será sempre o fiel da balança pela sua fé e a esperança no destino do Brasil a ele confiado."

André Luis."


sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

A RESIDÊNCIA DE CHICO


Fui VISITAR A RESIDÊNCIA mais famosa de Uberaba, a casa onde Chico morou.

Localizada no bairro Parque das Américas, hoje foi transformada em museu e está aberta à visitação.

A casa é simples. Na frente, onde seria uma garagem, foi instalada uma pequena livraria que vende livros, fotos, canetas e demais lembranças com fotos e frases do médium.

Por lá, tem-se acesso a casa, que está exatamente como Chico a deixou.

Logo na entrada há uma pequena varanda com painéis de fotos enfeitando as paredes.

Lá pode-se ter uma ideia da trajetória e importância de Chico Xavier. Existem fotos do médium com cantores, atores, apresentadores de televisão, personalidades políticas e pessoas famosas de diversas áreas.

Nas fotos, pode-se perceber claramente que os papeis de fã e ídolo se invertem.

São as celebridades que demonstram carinho explicito por Chico, embora ele não concordasse com seu mérito para tais demonstrativos e tenha passado a vida se referindo a si próprio como "apenas um cisco", "menos que um nada", "mais imperfeito que os outros", "o mais pequenino de todos", entre tantas outras frases e adjetivos que usava para se proteger de uma grande e perigosa inimiga — a vaidade.

Entro na sala e vejo que não só a varanda, mas todas as paredes da casa são cobertas de fotos e quadros.

A esquerda está a máquina que Chico usava para "passar a limpo" e datilografar as mensagens que recebia do além.

No local, encontra-se exposta uma enorme variedade de itens, como selos de cartas com o rosto de Chico, matérias de revistas, velas de seu aniversário e medalhas de títulos de cidadão honorário de várias cidades do Brasil, entre outros.

Da sala, pode-se ver o quarto minúsculo onde se encontra exposta sua cama, seus ternos, camisas, sapatos, travesseiro, sua cadeira de rodas, sua coleção de boinas e alguns itens que me chamaram a atenção em especial, como um terço pendurado sobre a cama e imagens de santos católicos.

Ao lado desse quarto está o quarto de visitas. Também pequeno quanto o anterior. Numa pequena cama, repousam quadros e revistas.

Foi nesse quarto que, certa noite, Chico teve que dormir devido a um conserto na caixa d'agua que ficava em cima do seu aposento usual.

Chico não teve dúvidas, deixou um bilhete dizendo:

-"Se algum amigo espiritual porventura estiver determinado a me proporcionar a alegria de uma visita, aviso que estarei nesta noite, somente hoje, no quarto a esquerda, onde estarei com a satisfação de receber."

A cozinha, seguindo o padrão da casa, é pequena e simples e mantém seus moveis intactos.

Em cima da mesa há um livro de visitas para aqueles que quiserem assiná-lo.

A simplicidade do local emociona e mostra como Chico não dava realmente nenhuma importância a bens materiais. A esmagadora maioria das pessoas, com raríssimas exceções, se tivesse as possibilidades de riqueza que Chico teve, não hesitaria em usá-las em benefício próprio, e cairia em tentações em algum momento. Felizmente Chico nunca caiu. E, quando indagado, respondia:

— Nunca cai porque nunca sequer me levantei... Naquela simplicidade, lembrei-me de Chico dizendo:

— Partirei desta vida sem um níquel sequer. Tudo que veio a mim, em matéria de dinheiro, simplesmente passou por minhas mãos. Graças a Deus, a minha aposentadoria dá para os meus remédios. Roupas?! Os amigos, quando acham que eu estou malvestido, me doam. Sapatos, eu custo a gastar um par. Em casa, a nossa comida é simples. Não tenho conta bancária, talão de cheques, nenhuma propriedade em meu nome, a não ser esta casa que eu já passei em cartório para outros, tenho apenas o usufruto. Nunca tive carros, nem mesmo uma carroça. De modo que, neste sentido, nada vai me pesar na consciência. Fiz o que pude pelos meus familiares, e, se não fiz mais, é porque mais eu não podia fazer.

CLAUDINEI LOPES

Fonte: A Casa do Espiritismo
http://www.acasadoespiritismo.com.br/mediunidade/chicoxavier/38%20a%20residencia%20de%20chico.htm

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Lindos casos de Chico Xavier: A LIÇÃO DA SÚPLICA

  
Certa noite, o Chico alquebrado pelos obstáculos, orava, antes do sono, rogando a Jesus múltiplas medidas e soluções para os problemas que o apoquentavam.

Mais de quarenta minutos já havia empregado no petitório, quando lhe surgiu Dona Maria João de Deus que lhe falou bondosa:

— Meu filho, faça suas orações, porque sem a prece não conseguimos a renovação de nossas forças espirituais, entretanto, não será por muito falar que você será atendido.

— Então, como devo fazer em minhas súplicas? — perguntou o Médium desapontado.

— Você sabe que Jesus também pede alguma coisa de nós... — disse o espírito maternal.

— Sim, Nosso Senhor recomenda-nos humildade, paciência, fé, bom ânimo, caridade e Amor ao próximo no cumprimento de nossos deveres.

— Pois, façamos o que Jesus nos pede e Jesus fará por nós o que lhe pedimos. Está certo?

E o Chico recebendo a lição aprendeu  que orar  não é falar e mover os lábios,
indefinidamente.


Da obra: Lindos Casos de Chico Xavier
Autor: Ramiro Gama


terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Lindos casos de Chico Xavier: NA CURVA DO CAMINHO...


No escritório da Fazenda Modelo, quando datilografava uma relação para seu Chefe e Amigo, Dr. Darwin, sentiu-­se mal o Chico.

Algo esquisito, inexplicável, acontecia com ele.

Fazia­-o tremer, trazia-­lhe tonteiras, apertava-­lhe o coração, fazendo-­o sentir até falta de ar... Acabou o trabalho, pediu licença ao Chefe e saiu.

No caminho, o mal-estar aumentava.

E, na suposição de que ia morrer, implorou o auxílio de Emmanuel, que lhe diz:

— Caminhe, esforce-se um pouco, pois, mais adiante na curva do caminho, receberá o socorro.

Mas, a aflição perdurava.

E o Chico sentia que não chegaria em casa.

Tornou a pedir o auxílio do seu bondoso Guia, e, este, tornou  a pedir-lhe que tivesse calma, que esperasse, pois, alguns metros à frente, receberia o remédio de que estava carecendo.

E o caro médium, com muito esforço, caindo e levantando, conseguiu enfim chegar à curva do caminho, quase às portas da cidade.

Ao seu encontro vem uma senhora, trazendo à cabeça uma bacia cheia de roupa.

Vendo o Médium, alegra-se demorada e ternamente, dizendo-lhe: — Este abraço é por conta do bem que você me fez ontem. Você me deu remédio para o corpo e para a alma no passe e nos conselhos.

O Chico surpreendeu-se. Era outro.

Seu sofrimento desaparecera. Não sentia mais nada.

Estava bom de saúde, outra vez.

Recebera no abraço da irmã, tão cheia de reconhecimento pelo bem que lhe fizera na véspera, o remédio de que necessitava.

A luz da gratidão afugentara a sombra de uma experimentação.

No bem está a nossa defesa, o remédio para todos os nossos males.

Que a lição nos sirva!


Da obra: Lindos Casos de Chico Xavier
Autor: Ramiro Gama



terça-feira, 21 de julho de 2015

Bezerra de Menezes: ESCOLTA BENDITA


...Somos uma grande família com responsabilidades definidas e compromissos graves, solicitando-nos entendimento e dedicação. Obra de sacrifício pessoal e devotamento incessante que não podemos esquecer.

...As tarefas programadas para a quadra presente do estágio humano são estas de fato - as tarefas da Humanidade em que naturalmente vos distinguireis pelo espírito de consagração à Causa do Bem.

...Amparemos-nos uns nos outros.

Sejamos a escora daquele que fraqueja e o consolo de quantos se encontrem às portas do desalento, porque, em verdade, cada um de nós tem os seus dias de testes maiores, à frente da aflição, com a necessidade premente de apoio, perante aqueles que nos partilhem a experiência.

...Cada um de nós está vinculado a situações determinadas quanto a dar e receber.

E para que venhamos a receber é preciso dar e dar sempre, com o bem aos outros, para que o bem nos escolte em nosso combate bendito objetivando evitar a vitória do mal, com a vitória do bem que partirá invariavelmente de nós mesmos.

Bezerra de Menezes
Psicografia de Chico Xavier.
Livro: Bezerra, Chico e Você

Fonte: Caminhos de Luz
http://www.caminhosluz.com.br/



segunda-feira, 20 de julho de 2015

Mensagem de Francisco Cândido Xavier: SIRVO AO RABI DA GALILEIA


Sirvo ao Rabi da Galileia
Mensagem de Francisco Cândido Xavier

Que a Paz de Jesus esteja com vocês!

Minhas irmãs, venho com alegria, através desta irmã, trazer-lhes algumas palavras de fé.

Quando estive há pouco tempo na experiência da Terra, trouxe comigo algumas lições que sempre nos são ofertadas quando saímos do Portal dos Tarefeiros do Bem e entramos na Seara de Jesus.

A vida como objetivo a ser alcançado pelos irmãos e irmãs nunca é o fim para o qual vocês vão à Terra, mas não trago nenhuma constatação nova, no entanto, minhas irmãs, sei que a dúvida e as incertezas que cercam uma vida podem lhes trazer muitos percalços, além dos que a vida naturalmente já traz para cada um de vocês.

Portanto, fico muito feliz quando vejo uma pessoa que sem qualquer intenção de ganho financeiro ou qualquer outro motivo torpe, coloca-se à nossa disposição a fim de ser um canal entre os dois mundos.

Aqui onde estamos, velamos por vocês, mas também precisamos desse contato. Em minha vida, passei todo o tempo em contato com os Irmãos do lado de cá, e assim pude com a fé na Seara de Jesus seguir o meu caminho.

Não teve flores, mas teve muitos espinhos, como a vida de qualquer cristão. Porém, sai muito feliz dessa experiência, pois pude com amor e dedicação ao próximo, cativar algumas pessoas.

E obviamente o meu objetivo não é cativar algumas pessoas, não é isso, mas sim seguir o exemplo do doce Rabi da Galileia, a quem sirvo.

Minhas irmãs, assim vocês que têm como Mãe Maria o exemplo para cumprirem suas tarefas de amor e luz, de igual modo, vocês também têm o modelo a seguir.

Guardando-se as proporções que o tempo traz para os dias de hoje, sabem que poderão repetir e melhorar tudo que os Profetas anteriores já fizeram, cabendo a cada um de vocês, melhorar naquilo em que já forem mestres.

Sim, mestres, mestras, vocês são irmãs que trazem consigo a semente do amor lá dos Planos de Amor infinito, também conhecido como Vênus, de onde também vem o Rabi da Galileia.

Mas não vou cansar vossas mentes, pois já estão cansadas pela rotina que vos perseguem, por isso, serei breve e farei a finalização.

Aqui venho vos dizer, creias no Amor, e, principalmente, no Poder que este sentimento vos herda para que possam realizar as mais doces tarefas em nome do Rabi.

Assim fiz e assim vos farei.

E que a paz do Divino Mestre Jesus esteja sempre em seus corações.

Seu Irmão Francisco Cândido Xavier

Canalização de Elisangelis em Conferência com o Grupo Somos Luz em Ação, 18.07.2015