domingo, 15 de julho de 2012

O PODER DA VISUALIZAÇÃO

Você pode mudar o mundo. É fácil. Como? Neste vídeo, o cientista Gregg Braden explica como funciona a Lei da Atracção. Há um campo à nossa volta, uma Consciência Colectiva, na qual todos participamos. Esta Consciência Colectiva cria a realidade. Pode ser influenciada por nós através do nosso DNA, usando o poder dos nossos pensamentos e do nosso coração. Podemos usar esta lei a nível individual, e também a nível colectivo, para mudar o nosso mundo. Há mesmo uma fórmula sobre quantos participantes são necessários para alcançar um certo efeito num grupo mais alargado (por exemplo, para a Paz). Este método foi comprovado cientificamente, através de experiências. Para mudar toda a população do mundo, são necessários apenas 8.000 participantes.

O poder da visualização é uma dádiva de Deus à Humanidade, para ela tomar conta do seu destino com as suas mãos, e não ficar inerte e sem poder. Por isso, vamos aceitar esta dádiva agradecendo e usando-a!

As imagens de Gregg Braden form tiradas do vídeo "The Science of Miracles" (A Ciência dos Milagres) que se encontra no YouTube.

Transcrição do vídeo:

"De 1887 até aos primórdios de 1990, toda a Ciência ocidental baseava-se no princípio de que, o que acontece num lugar, não tem efeito absolutamente nenhum sobre o que acontece noutra parte. E agora sabemos, que isso não é rigorosamente verdade.

Por isso, gostaria de partilhar convosco, três experiências que fizeram estremecer as fundações da Física ocidental.

A primeira foi realizada pelo físico Russo, Vladimir Poponin, no principio da década de 1990. Poponin queria investigar a relação entre o DNA humano e a matéria de que o nosso mundo é feito. Os pequenos pacotes de energia a que chamamos fotões, pequenas partículas de luz, se quiserem pensar nisso desta maneira. Por isso, a experiência consistiu em pegar num tubo de vidro, extrair completamente o ar desse tubo, criar aquilo a que chamamos vácuo e, implicitamente, nada estava dentro do tubo. No entanto, sabemos que algo foi deixado lá. As pequenas partículas de luz.

Por isso, Poponin mediu essas partículas, para ver como estavam distribuídas. Estavam por toda a parte no tubo, ou estavam acumuladas no fundo, ou o que é que lhes aconteceu? Os resultados desta parte da experiência não foram surpreendentes. Porque as pequenas partículas de luz, os fotões, estavam todas espalhadas. E era isso que eles esperavam. A parte seguinte da experiência, é que é realmente interessante. Colocaram algum DNA no tubo, e quando tornaram a medir os fotões, o DNA humano provocou o alinhamento dos fotões. O DNA teve um efeito directo na matéria que compõe o nosso mundo!

Este facto é precisamente o que as tradições espirituais antigas sempre disseram. Que algo dentro de nós tem um efeito no mundo que nos rodeia.

A segunda experiência é fascinante. É uma experiência militar. O que fizeram, essencialmente, foi colher algum DNA humano, alguns fragmentos de tecido do forro da boca de um doador ou voluntário. Colocaram o DNA num aparelho que podia medir os seus efeitos, numa sala de um edifício, enquanto o doador desse DNA estava noutra sala do mesmo edifício.

O que fizeram, foi submeter o voluntário àquilo que se chama estímulos emocionais, e iriam obter respostas genuínas das emoções de alegria, tristeza, medo, raiva, zanga, numa parte do edifício. Mediram o DNA para ver se o DNA seria afectado pelas emoções do doador. Então porque é que aconteceria? Na Física ocidental de hoje não há nada que, por um lado, sugerisse que aquele DNA ainda estivesse ligado ao doador. Por outro lado, realizaram a experiência. E encontraram absolutamente o contrário. O que concluíram foi que quando o doador estava a ter os seus altos e baixos emocionais numa sala, o DNA estava a ter os altos e baixos emocionais correspondentes, noutra sala, exactamente ao mesmo tempo.

Por isso, foi realizada, de novo, uma terceira experiência, no principio da década de 1990 no Institute of HeartMath. Uma organização pioneira de pesquisa, sediada no norte da Califórnia, que conclui que o coração humano é mais do que uma simples bomba que movimenta o sangue nos nossos corpos. E embora os nossos corações façam isso precisamente, isso é a tarefa menor que os nossos corações realizam. Estão a descobrir que os nossos corações são o campo magnético mais forte do nosso corpo, e o campo electromagnético que é produzido pelos nossos corações tem um efeito que se estende para lá dos nossos corpos.

Por isso, elaboraram uma experiência para testar precisamente esta teoria. Não surpreende que tenham retirado algum DNA humano e o tenham isolado, e pedido a indivíduos que foram treinados para sentir emoções humanas coerentes, emoções muito claras de amor, apreço, compaixão, zanga, raiva e ódio, para terem esses sentimentos a pedido. E como as pessoas que foram treinadas para ter esses sentimentos, procederam dessa maneira, os cientistas mediram a maneira como o DNA respondia. Concluíram que na presença de apreço, amor, compaixão e perdão o DNA ficava tremendamente descontraído.

E também o oposto é verdadeiro. Em presença da zanga, da raiva, do ódio, do ciúme, o DNA atava-se como um pequeno nó.

Cada uma destas três experiências é interessante por si só.

No entanto, quando se reúnem todas, deixam de ser experiências isoladas e interessantes, e começam a contar uma história. E a história é algo como isto: a primeira experiência, a experiência de Vladimir Poponin, diz-nos que o DNA dos nossos corpos tem um efeito directo no nosso mundo. Da matéria física de que o nosso mundo é constituído, a nível energético. A última experiência mostra que as emoções humanas têm a capacidade de mudar o DNA que está a ter um efeito no mundo que nos rodeia. E a experiência do meio, a que foi levada a cabo pelo Exército dos Estados Unidos, mostra que quer estejam no mesmo edifício ou a 400 milhas dele, o efeito é o mesmo. Não somos afectados pelo espaço e pelo tempo. E, de facto, o resultado das experiências dizem isso precisamente, que você e eu, temos um poder dentro dos nossos corpos que não é regido pelas leis da Física, da maneira como as compreendemos hoje.

As tradições antigas não só reconhecem este relacionamento, como nos convidam, também, a dar um passo mais à frente, e dão-nos instruções precisas de como aplicá-las às nossas vidas.

Na década de 1980, eu era um engenheiro que trabalhava no departamento da Defesa, de companhias de navegação aérea e espacial. Comecei a explorar estes conceitos, como um engenheiro a olhar à sua volta, para compreender a História dos que chegaram antes de nós.

E foi esta maneira de pensar que me levou a viajar para os lugares mais espantosos do mundo. Dos templos do Egipto, às montanhas dos Andes da Bolívia e do Peru, da Índia e do Nepal, às terras altas da China Central e do Tibete, percorrendo todo o deserto Americano do sudoeste, à procura de informação e de soluções que nos ajudassem a compreender como nos relacionamos com o mundo e como podemos usar o poder dos sentimentos, esse poder que fala a linguagem do mundo à nossa volta.

E isso é precisamente o que o monge do Tibete nos descreveu. Ele descreveu um modo de rezar que é baseado no sentimento. E disse: Devemos sentir o sentimento como se a prece tivesse sido atendida. E nesse sentimento estamos a falar de forças da criação que permitem que o mundo nos responda. Ao permitir esse campo, o holograma quântico, a mente de Deus, para nos responder com o que estamos a sentir dentro dos nossos corações. Por isso, em vez de rezar e sentir-se sem poder numa dada situação, deveis dizer – Querido Deus, por favor, deixa que haja paz no mundo – este modo de rezar convida-nos a sentir como se estivéssemos a participar nessa paz.

Em 1972, 24 cidades dos Estados Unidos foram usadas para levar a cabo uma experiência em que as pessoas foram treinadas para sentir o sentimento da paz de uma maneira muito específica. E foram colocadas estrategicamente nessas cidades. Cada cidade tinha uma população de 10.000 pessoas. E isso foi muito bem documentado em alguns dos conceituados (Estudos de Meditação Transcendental) que foram feitos na década de 1970. E o que aconteceu foi que, durante o tempo que as pessoas sentiam sentimentos de paz, na comunidade que os rodeava, para lá dos edifícios onde faziam essas experiências, as comunidades experimentavam reduções da criminalidade que eram estatisticamente mensuráveis. Os crimes violentos contra as pessoas e os acidentes de tráfico diminuíram. Em algumas cidades como Chicago, onde prevalece o mercado bolsista, a bolsa de valores melhorou, enquanto a paz era estabelecida. E quando terminaram as suas preces, todas as estatísticas reverteram para a situação anterior. E fizeram isso inúmeras vezes.

E isso é tão preciso que sabemos agora que as estatísticas são capazes de determinar, com precisão, o número de pessoa que é necessário para dar o pontapé de saída para um efeito como esse. Por isso, irei partilhar a fórmula, e depois irei descrever o significado da fórmula. O efeito nota-se, primeiramente, quando um certo número de pessoas participa. E esse número, o número mínimo, é a raiz quadrada de um por cento (√1%) de uma determinada população.

Então, o que é que isso significa? Se, por exemplo, tiver uma cidade de um milhão de habitantes, retira um por cento de um milhão ( com a ajuda da sua pequena calculadora), e então calcula a raiz quadrada desse um por cento. E o número diz-vos quantas pessoas são necessárias – o número mínimo que irá causar o efeito. É óbvio que quanto mais pessoas participarem, maior é o efeito. Para uma cidade de um milhão o número é cerca de um cento. Num mundo de seis biliões, a raiz quadrada de um por cento de uma dada população é cerca de 8.000 pessoas.


Nessa ocasião tive a oportunidade de ver um vídeo de cura de um cancro da bexiga de três polegadas de diâmetro, dentro do corpo de uma mulher que, pelos padrões dos médicos ocidentais tinha sido diagnosticada como inoperável. Em última instância, tinha ido para um hospital não médico em Pequim, na China. [Agora encerrado pelo Governo Chinês - VisualizeDaily.com]

Por isso, nesse documento registado em vídeo, o filme mostra uma mulher, deitada num quarto de hospital. Ela está completamente acordada, plenamente consciente, e acredita no processo que se irá seguir. Atrás dela está um técnico de ultra som que maneja uma vara de ultra sons no baixo abdómen, que podemos ver representado no visor de uma televisão. Na parte esquerda do visor, a imagem parada de um instante de tempo para referência. Por isso, podemos ver a sua condição nesse dado instante. No lado direito do visor, podemos ver o tempo real, em quanto três médicos estão de pé, atrás dela, a trabalhar com a energia do corpo dela e com as sensações/sentimentos nos seus corpos.

E o que fazem é que começam a entoar uma palavra como se fosse um cântico, pois tinham concordado que reforçava o sentimento dentro deles que ela já estava curada. O cântico, essencialmente, diz, “Já curada”, “Já curada.” E quando eles começam a ter esta sensação e a dizer estas palavras, podemos ver no visor da televisão, em tempo real este tumor cancerígeno enquanto ele desaparece em menos de três minutos de tempo real. Não é como um lapso de tempo, num documentário onde vê uma rosa desabrochar em 30 segundos, e isso é algo que normalmente leva dias. Isto acontece literalmente em três minutos. O seu corpo responde aos sentimentos dos médicos que foram treinados para ter essa espécie de sensações que eles estavam a ter. E o que eles estavam a sentir era a sensação que se sente quando se está na presença de uma mulher que já está curada. Completamente apta e capacitada. Elas não a estavam a ver como uma mulher doente. Eles não estavam a dizer, “Cancro maldoso, tens de te ir embora.”

Tive a oportunidade de falar com um cavalheiro, Luke Chan, que criou este filme. E fiz-lhe uma pergunta. Disse: “E se esses três praticantes não estivessem lá? Essa mulher podia ter feito isso? Podia algum de nós fazer o mesmo em nós próprios?” Ele sorriu quando lhe fiz esta pergunta. Disse: “Gregg, com toda a probabilidade ela podia ter conseguido isso sozinha. No entanto, há algo em nós, criaturas humanas, que nos potencia e nos torna mais fortes quando somos apoiados pelos outros nas coisas que acreditamos, nas coisas que escolhemos cumprir.”

"Amor e Agradecimento"

Recentemente, a pesquisa foi feita pelo cientista Masaru Emoto, a respeito do relacionamento entre a emoção humana, o sentimento humano e as gotas de água. E demonstrou essa relação de uma maneira mais flagrante. O que aconteceu é que estes cientistas, este projecto de pesquisa, em particular, descobriu que as gotas de água, que constituem 70% do nosso mundo, e 70% dos nossos corpos, que essas gotas de água respondem às emoções humanas se for sentido no corpo, ou se realmente for escrito em etiquetas colocadas em pequenos contentores de água. E respondem à emoção do pesquisador quando essas etiquetas são escritas e colocadas debaixo desses contentores. Depois os contentores foram congelados durante um determinado período de tempo, retirados do processo de congelamento e quando começaram a derreter, cristalizaram. E os cristais são o relato do que aconteceu com a emoção.

E é um exemplo muito belo de como cada um de nós tem uma oportunidade de participar. Não de controlar e manipular, mas de participar nos acontecimentos do nosso mundo, nos acontecimentos das nossas vidas, das nossas famílias, das nossas comunidades e dos nossos corpos através do campo que liga tudo na criação.”

Tradução: Luisa




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